FOTO BASTANTE INFORMAL
A CAMBADA JUNTOU-SE PARA A FOTO E FICARAM BEM. POR SEREM TANTOS (E JÁ NÃO ME LEMBRAR DO NOME DE ALGUNS), NÃO LEGENDO NENHUM. SE ALGUÉM COM A MEMÓRIA MAIS FRESCA DO QUE A MINHA, OS IDENTIFICAR A TODOS, CONTACTE-ME QUE POREI A LEGENDA.
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
MAIORIA ABSOLUTA... SIM OU NÃO?
QUER OU NÃO TER A MAIORIA ABSOLUTA?
É esta a grande questão de jornalistas, comentadores e
políticos na atualidade.
Porque, por mil diabos, tem um político de pedir que não
votem no seu partido?
Então, não é legítimo que todos os políticos que concorrem a
eleições, desejem que a força política a que pertencem recolha o maior número
de votos.
De que vale a um político pedir aos eleitores que lhe deem a
maioria absoluta? Nada. Absolutamente nada. Pois que só a soma dos votos
expressos é que determina se vai haver ou não a maioria absoluta de um partido,
ou de vários partidos.
Ainda estamos para ver um político vir a público apelar para
que só lhe deem 5, 6, 20 ou 39 por cento dos votos. Isto não faz sentido
nenhum. É absurdo. Assim como o é virem, os políticos, a público pedirem para
que não se dê a maioria a um determinado partido, é ridículo e contraditório.
Amanhã, numa outra conjetura e eleição, irão estar a pedir exatamente
que os eleitores lhes deem o maior número de votos ou até mesmo a tal 'maioria absoluta'.
Não entendo a pertinência de tal insistência, não porque não
tenha importância um qualquer partido ter ou não maioria absoluta, mas porque
quem decide essa questão é o eleitor no momento em que deposita o seu voto na
urna.
Esta paranóia, não é à partida estarem a admitir a
derrota? Mas se é, o que anda esta gente a fazer na política, ou nos media?
Este tipo de atitudes, a par de outras, faz com que os eleitores se desmotivem e muitos acabem por não exercer o seu direito/dever democrático de votar.
Este tipo de atitudes, a par de outras, faz com que os eleitores se desmotivem e muitos acabem por não exercer o seu direito/dever democrático de votar.
Já agora que falamos em eleições, permitam que façamos um
apelo: votem, votemos todos para que uns poucos não decidam por todos nós. É
com o voto que o povo tem o verdadeiro poder nas mãos e podemos realmente
dizer: «Quero este e não aquele».
Pois, nós, o povo, é que somos soberanos, e isto, só a
Democracia o permite. Vote em quem quiser, mas vote. Vote sempre.
E quanto à maioria absoluta, sim ou não? A decisão
final é sua, ponto final parágrafo.
PS: Este post já havia sido publicado, mas apaguei-o sem querer, assim, e porque continua atualíssimo, volto a colocá-lo.
PS: Este post já havia sido publicado, mas apaguei-o sem querer, assim, e porque continua atualíssimo, volto a colocá-lo.
sábado, 24 de agosto de 2019
PCP - BEM PREGA FREI TOMÁS...
PCP DESPEDE TRABALHADOR!
Não acredito, ponto parágrafo.
Li - já atrasado, é verdade -, no passado dia 05/06/2019, no SAPO 24 - segundo a
Lusa e o ECO, “O PCP foi esta quarta-feira condenado pelo Tribunal de
Trabalho de Lisboa a reintegrar o funcionário Miguel Casanova, disse À
Lusa fonte ligada ao processo judicial. Segundo a mesma fonte, na sentença
considera-se “ilícito o despedimento do trabalhador”, por “não ter havido
motivo para o despedimento do posto de trabalho” e “condena-se o réu a
reintegrá-lo nas mesmas funções que exercia” antes do conflito laboral.”
Esta medida reporta-se ao acontecido em maio de 2018, mas,
só agora, o Tribunal terá proferido a decisão.
Eu li, mas não acreditei que isto tivesse
acontecido, voltei ao princípio e reli o texto, e lá estava com todas as
letras. Este PCP/Partido Comunista Português, o campeão na defesa dos direitos
dos trabalhadores, o Partido da Classe Operária despediu um trabalhador! Mas,
a ser verdade, como é possível que nenhum sindicato, partido político
ou os grandes comentadores das televisões não tivessem erguido a sua voz, como
o fizeram com tanta veemência, olhem, por exemplo, no caso daquela funcionária
da corticeira, Cristina Tavares. Ainda se lembram do ruído que os
sindicatos, bloquistas e, claro, o PCP fizeram? Mas desta vez e em relação a
este trabalhador - Miguel Casanova -, nada nem pio! Será que este
trabalhador não é trabalhador? Não terá ele os mesmos direitos que os outros
trabalhadores? Ou há trabalhadores de primeira e de segunda? Não sei, e como
não sei, gostaria que alguém explicasse este silêncio.
Mas, nem de propósito, como o diabo tem duas mantas, uma que
tapa e a outra que destapa, o mesmo Sapo trazia numa coluna ao
lado a informação de que “A Corticeira Fernando Couto desistiu de impugnar a
multa de 6.120 euros aplicada pela Autoridade para as Condições de Trabalho
(ACT) relativamente à violação de regras de segurança e saúde no trabalho,
informou hoje fonte judicial.” E mais à frente diz que “O Tribunal de trabalho
da Feira julgou na segunda-feira totalmente improcedente a impugnação judicial
da contraordenação instaurada à empresa pela ACT por assédio moral a
Cristina Tavares, mantendo a coima de 31.110 euros.” (…). Trago este caso à
colação porque enquanto os Sindicatos e o PCP andavam na rua a apoiar esta
trabalhadora e bem, em casa, olha, despediram o Casanova, que ironia, não
é? Mas pior, o Casanova terá afirmado que o PCP tomou esta atitude
por ele discordar “da atual solução política que viabilizou” a “geringonça”!
Pois é, mais uma calinada na moral, na ética e nos princípios.
Este silêncio, ensurdecedor, não fará corar de vergonha os
sindicatos, partidos e comentadores? Ou eles têm medo de alguma coisa?
No que respeita ao PCP, não há nada que admirar, ele é
apenas igual a todos os partidos comunistas do mundo, quando estão numa posição
dominante, eles, mandam e bico calado.
É bom que vamos estando atentos e não nos iludamos com os
amanhãs que cantam.
PS: é claro que os órgãos de comunicação social noticiaram o
caso, mas não é deles que falo, entenda-se.
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
SINAIS DOS TEMPOS... SERÁ?
![]() |
| Imagem retirada da Internet |
Há certos períodos do tempo em que as coisas parecem estar ao contrário, sim, de cabeça para baixo e de pernas para o ar: a verdade é mentira e a mentira verdade; o bem é o mal e o mal o bem; quem atira a primeira pedra é vitima e quem se defende é agressor; o justo vira injusto e este o seu contrário, enfim, e por aí fora.
Vem isto a propósito de alguns desconchavos que estão a ocorrer, nestes dias ensolarados e quentes, no nosso cantinho lusitano.
O líder do PSD, Rui Rio, antes e depois de ter sido eleito, tem sido sistemática e violentamente atacado, não pelos outros partidos, o que seria normal, mas pelos seus próprios pares. Estes têm-se comportado como verdadeiros vilões a tentar fazerem-lhe a 'folha'. Mas, agora que o Líder do partido - PSD - literalmente 'partido' diga-se, tem a oportunidade de escolher a equipa que, com ele, irão fazer oposição ao futuro governo - se não forem eles a formar governo -, o batalhão do bota-abaixo passa através dos media e, até, com a ajuda destes, para a opinião pública que é o líder o vilão. O que é que está mal nesta equação? Não será, pois, justo que a pessoa que tem estado debaixo de um combate político sem tréguas - oposição cerrada -, facas-longas, traições e não sei que mais, não tenha o direito de limpar esta gente e colocar no seu lugar outros que com ele colaborem lealmente? Ou somos nós que estamos a ver o filme ao contrário? Ou fará isto parte dos tempos? (“Traição e rebelião - haverá divisões e lutas até dentro de famílias” Mateus, 24 - estão lembrados?).
Em época de incêndios, aconselha o bom senso que se fale pouco e atue mais. Mas, não será justo que uma pessoa, mesmo sendo o Ministro I, tendo sido atacado, para não dizer difamado, venha a colação dizer o óbvio - que no que respeita à Proteção Civil, a primeira linha de defesa pertence, conforme a Lei, às Autarquias - limpeza de caminhos, abertura de aceiros, força de combate a incêndios, ativação da Proteção Civil Local, se for caso disso, e só depois da avaliação da gravidade e da impossibilidade de fazer face à ocorrência o Líder desta força, o autarca, solicita a intervenção da autoridade superior, regional ou distrital e, esta, por sua vez, se entender que não pode, por si, fazer face ao problema, solicita apoio nacional. Bom, é que há uma hierarquia e quem está na base são os autarcas, é assim a Lei. Por tudo isto nos parece - embora o governante deva ter continência verbal - ser, no entanto, compreensível que venha a terreiro - usando os mesmos meios do seu atacante - repor a verdade dos factos.
Também não entendemos a razão pela qual os jornaleiros (alguns, muitos, demais) e comentadores de pantalha, andem numa azáfama a tentar convencer-nos que o direito não é o ‘direito’, mas sim o avesso.
Só a opção ideológica justifica este frenesim mediático, feito por profissionais da ‘política’ que, ao invés de serem mediadores da palavra, fazedores da opinião pública, com isenção e rigor, JORNALISTAS, andem neste devaneio.
O descrédito que hoje o povo tem pelos políticos, será o mesmo, muito em breve, que terão pelos falsos anunciadores, aliás, já hoje se verifica este fenómeno, pois que os media estão em falência ou em vias disso. E a principal razão para o facto é o descrédito. Cada vez mais, as pessoas não compram jornais.
E no que aos fogos diz respeito, há ainda outro facto que nos admira bastante: não seria melhor atacar e prender os incendiários, ao invés de se andar a atacar os governantes, os autarcas e, o que é pior, os homens: bombeiros, militares da GNR e do Exército que tão abnegadamente dão tudo, às vezes até as suas vidas para nos defenderem e defenderem os nossos bens, das catástrofes que nos flagelam?
Atenção, nós povo, não nos deixemos enganar pelos falsos arautos. Sejamos resilientes e meditemos antes de agir. Mas não fiquemos indiferentes, ajamos sempre com discernimento.
quarta-feira, 17 de julho de 2019
A RECORDAR O PESSOAL DA CART 6553/73
![]() |
| Da esquerda para a direita: Mário Pinto, Pedro, Manarte e Sousa. |
Há coisas que só a juventude consegue fazer: transformar momentos adversos em momentos de alegria, esta é uma delas, como se vê por este rosto sorridente de quem faz 22 anos! Julgamos não nos enganarmos, se dissermos que, aqui, se comemorava o aniversário do Pedro. Que se ergam as taças em brinde - sim, agora somos mais finos, taças e não canecos!!! -, por muitos anos cheios de saúde.
Repomos este post para homenagearmos o nosso camarada Mário Pinto, força amigo, um abraço especial e rápidas melhoras.
PS: se alguém reconhecer o camarada que está de perfil à direita do Mario Pinto, que entre em contacto para incluirmos o seu nome.
Repomos este post para homenagearmos o nosso camarada Mário Pinto, força amigo, um abraço especial e rápidas melhoras.
PS: se alguém reconhecer o camarada que está de perfil à direita do Mario Pinto, que entre em contacto para incluirmos o seu nome.
sábado, 13 de julho de 2019
CGD, JUMENTAL?
Ele há deliberações que de tão jumentis que são, nos colocam numa situação de letargia mental, incapazes de reagirmos de imediato; estupefactos pelo absurdo de certos anúncios, prenunciados, por gente iluminada lá do alto da cátedra que lhes foi outorgada em nosso nome, para que, também em seu nome e ao seu serviço - do povo -, façam a governança da coisa pública.
É espantoso como pessoas que depois de terem dado bastas provas de competência na gestão de serviços da coletividade, às tantas se deixem, não sabemos, mas... toldar por ideias absolutistas, talvez inebriadas pelos elogios se convencem de que tudo podem fazer, porque o nosso dever - o do povo - é cumprir com o postulado e é se queremos, porque antes deles foi o desnorte e depois deles será a desgraça. Será assim?
Ora, nas sociedades e, por maioria de razões nas democracias, nada é assim tão imperativo, há sempre uma outra maneira de se resolverem as questões, fazendo com que o sistema expurgue o que é desajustado e reponha a razoabilidade das coisas; e, é também para isto que servem os assessores, conselheiros, advogados de que estes senhores se fazem rodear e que custam fortunas ao contribuinte, então, já que assim é, façam-os trabalhar e, já agora, ouçam-os.
Ouvirmos o anúncio de que a CGD - Banco Público - deixaria de pagar juros, abaixo de um euro, que nos são devidos porque são resultantes do nosso dinheiro, dinheiro que nós pomos neste banco, que é nosso, para exatamente ganharmos juros e, entre outras coisas, o protegermos dos ladrões. É ou não verdade?
Agora, se ouvirmos dizer que o ladrão roubou o banco, enfim, é mau, é triste, porém como já estamos tão habituados, quase não nos choca; mas que o banco que nós ajudámos a criar, onde depositamos o nosso dinheiro, nos rouba, ah! Cidadãos, ficámos chocados, envergonhados, de tão mal que nos sentimos pelo vexame do roubo. Sim, roubo, porque é disso que se trata, alguém que tira algo de outro, está a roubar, ou isto tem outro nome?
O clamor surdo foi de tal ordem que, felizmente, o bom senso acabou por se impor e a razoabilidade voltou ao sistema serenando-nos.
Que os doutos senhores aprendam que não vale tudo e que não tem que ser tudo a qualquer custo. Disse uma vez o Presidente Sampaio que " há mais vida para além do défice" é de dinheiro que estamos a falar, como então.
É sempre bom que quando somos acometidos por uma má ideia, tenhamos a grandeza da humildade e voltemos atrás, pois assim saímos todos a ganhar.
Tudo está bem, quando acaba bem.
Imagem retirada da Internet
domingo, 30 de junho de 2019
CONVÍVIO - SEVER DO VOUGA, 2019
![]() |
| Cascata em Sever do Vouga, retirada da Internet |
AS FOTOS DO ACONTECIMENTO
Da esquerda para a direita a família do Alexandrino: O filho Vítor, o neto Francisco, a nora Ana Rita, a filha Patrícia e a esposa Silvina; Glória e o seu marido Marinho; e por último o Alexandrino o nosso anfitrião.
Da esquerda para a direita a família do A. Monteiro com o filho Lucian e esposa Graciosa , Augusto Romeiro e esposa Lucília (cunhado e irmã respetivamente); por último o Santos e a sua esposa Maria Alice.
Da esquerda para a direita os casais: Olímpia e Toninho; Delfim e a esposa Zulmira; e por último o Jorge Silva.
Da esquerda para a direita: Neves; Matos Silva; Gomes e Capitão (de pé atrás); Luís Miguel, filho do Manarte- à sua direita e por último o Daniel.
Da esquerda para a direita as famílias: Alves e a esposa Fernanda, a filha Sofia e o neto Zé; Miguel, filho do Mário Pinto e da Lúcia; e por último o Manuel Magalhães (o do Porto).
Aqui fica para a posteridade, a família do Mário Pinto, anfitriões no próximo ano, que nos irão receber em FELGUEIRAS, NO DIA 27 DE JUNHO DE 2020 (ÚLTIMO SÁBADO DO MÊS DE JUNHO). Oportunamente dar-se-ão mais notícias. APONTEM JÁ NA AGENDA.
Assinalamos com um grande abraço de satisfação e alegria, a presença, pela primeira vez, das famílias do A. Monteiro e do Mário Pinto.
Aos que por motivos vários não podarem estar presentes um abraço especial e lá vos esperamos, a todos, no próximo ano.
PS: O José Ribeiro não pode estar presente por motivos profissionais, em França, mas mandou-nos uma foto de quando tínhamos "vintes" para o reconhecermos e um abraço. promete estar no próximo ano.
![]() |
| JOSÉ RIBEIRO |
De nós, para ti, companheiro, um abraço com muita saudade.
quarta-feira, 12 de junho de 2019
AH! AH! AH!
| Esta e outras |
O ah! ah! ah! mais impudente da elite galardoada de Portugal. Ela define bem a canalhada que, engalanada com as condecorações impostas pelos mais altos magistrados da nação, meteu a mão ao bolso, largo e pródigo, mas pouco cheio, do Zé português. Tenho ganas de despejar sobre eles todo o meu vocabulário de impropérios, mas, como sou do povo e suas senhorias são ricos comendadores, engulo em seco e comporto-me como deve ser.
Lê-se que ao todo já lá vão 22 mil milhões de euros! Isto que dizer que da minha, pobre algibeira, já voaram dois mil euros! E da sua também.
O que é que um povo espoliado pode querer desta gentalha?
- Que seja posta a trás das grades? É pouco, pois continuamos de bolsos vazios.
- Que sejam achincalhados na praça pública? É pouco, pois eles não têm pinta de vergonha.
- Que sejam deportados? É pouco, pois foi o que eles fizeram ao nosso dinheiro e era juntar a fome com a vontade de comer.
Que o Estado lhes arreste todos os bens, sim, até as peúgas, e os faça trabalhar, por exemplo: na limpeza das matas e na reflorestação do país - todos os dias até cumprirem a pena que lhes é devida (Deus queira que eu não esteja a ser anjinho) - para amealharem e juntarem ao do arresto, e, assim, restituírem algum do que nos devem.
Depois do desabafo, pergunto: como é possível estarmos tão desprotegidos ao ponto de nos deixarmos ficar nas mãos de uns tantos espertalhões sem que ninguém se tenha apercebido? Como é possível que um Estado seja tão vulnerável? Senhores Legisladores, por favor, trabalhem com inteligência e olho aberto daqui para a frente, porque o que lá vai, já foi.
E nós, povo distraído, crente, ingénuo, aprendamos a lição - que a pagámos caro - e sejamos mais exigentes nas escolhas que, a todos os níveis, doravante façamos, para bem de nós e dos nossos futuros.
Imagem: Internet
segunda-feira, 10 de junho de 2019
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Sr. Rio, Sr. Rio!
Sou compelido, é-me difícil não o fazer, a escrever sobre a
maior cambalhota, em dupla, a que já assisti por alguém a que me fui habituando,
aos poucos, a respeitar pela sua maneira diferente de fazer política: honesto,
verdadeiro, escrupuloso, rigoroso, determinado mesmo quando remava contra a
maré, enfim, um homem sério e com ética. E, de repente, olhe só, tudo foi para
o espaço! Fez em alguns penosos minutos, o que a maioria dos políticos costuma
fazer em anos: igualou-os e até os ultrapassou com a mesma cara de desfaçatez com
que a outra Senhora - a que queria ser Primeira-ministra -, alegremente, o
acompanhava na arriscadíssima pirueta, e mostraram-se, nas pantalhas,
insistindo à exaustão e despudoradamente num disparate a que o país inteiro assistia,
sorrindo, sabendo ser o contrário do que diziam. Resultado, olhem o que
aconteceu: caíram ambos para os mínimos.
Que, de uma vez por todas, os políticos aprendam que os
portugueses não são burros. Irra… já irrita, essa mania que os senhores têm de
que nos conseguem enganar sempre que vos apetece.
E sim, basta de disporem da coisa pública como se não tivesse
dono. Tem, sim. É do povo. E o povo deu-vos um sinal de que está atento e farto
de bancas-rotas. Já lá vão três em 45 anos! Chega, basta, não queremos mais.
Aprendam, gente.
Imagem retirada da Internet
Imagem retirada da Internet
segunda-feira, 1 de abril de 2019
FUNDAÇÃO DO SONGO -ABRIL!
EM JEITO DE HOMENAGEM AO PIONEIRO E FUNDADOR DO SONGO
Porque foi no mês de abril (não há registo do dia) de 1921, que um jovem ambicioso, determinado, corajoso e trabalhador se fez ao caminho (calcula-se que na companhia de alguns autóctones por si contratados para o ajudarem) por entre matas e estepes, atravessando montes, vales, rios e ribeiros e chegou, já muito depois da hora do almoço, a um planalto para lá da Serra do Uíge, junto a um Rio que nascia um pouco mais a cima, num lago que se formava da água que brotava da terra. Olhou à sua volta e na imensidão de terra plana não havia viva alma nem nenhuma edificação, apenas capim e alguma vegetação. Decidiu que seria ali que ele iria viver. Deitou de imediato mãos à obra (literalmente), pois abril era tempo de chuvas ainda e urgia ter abrigo; e com a ajuda dos homens que havia contratado, por volta das dez horas do dia seguinte já tinha construído a casa onde se abrigar e guardar a mercadoria que transportava consigo. Estava no Reino do Congo, bem ao norte de Angola. Este homem era ANTÓNIO CORDEIRO DE OLIVEIRA, que assim se tornara, há 99 anos, pioneiro e fundador do SONGO, lugar que batizara com o nome do Rio Songo que lhe regava as terras e matava a sede.
Este homem, com os predicados que se lhe apontam, era bem o retrato dos milhares de outros que se aventuraram em terras de Angola e com os indígenas fizeram um país imenso que vai de Cabinda ao Cunene. Aliás, como o afirmou o próprio quando lhe quiseram fazer uma estátua, ele não a aceitou e, em alternativa, propôs que se fizesse antes um monumento aos Pioneiros do Songo de várias raças, como acabou por ser feito e ainda se perpetua no lugar onde foi edificado.
A primeira casa de António Cordeiro de Oliveira, terá sido muito parecida com esta que retirei da Internet. (casa de pau a pique). Não, não estou a brincar, é um estilo de casa africana.
Às gentes desta terra, aqui fica um poema do Cancioneiro Popular do Songo:
" Pequenina e graciosa (Songo)
A linda vila do Songo
É mesmo um botão de rosa
Neste jardim, que é o Congo.
Trabalhemos juntos (Refrão)
De alma e coração
Somos o orgulho
Da circunscrição.
Diziam que eu era pobre (Bembe)
Em tempos que já lá vão
Mas, afinal, tenho cobre
Mesmo debaixo do chão.
Trabalhemos juntos... (Refrão)
Muito alta e sobranceira (Serra da Canda)
Vejo o Uíge e vejo o Songo
Dou passagem p'ra fronteira
Sou o flagelo do Congo.
Trabalhemos juntos... (Refrão)
Muitas vacas, muitas vacas (Toto)
Com um Cid Adão por pastor
Tenho água e tenho luz
A atestar o meu valor.
Trabalhemos juntos... (Refrão)
Tenho saudades do passado (Ambriz)
Em que eu fui um primor
E o Mestre António, coitado,
É que foi meu fundador.
Trabalhemos juntos... (Refrão)
Hoje o café deu o pio (Angola e a crise dos anos 1930)
E eu ando a piar também
O que eu fui e o que eu sou,
Só Deus sabe e mais ninguém!
Trabalhemos juntos... (Refrão)
Leve p'ra bem longe o demónio,
Esta crise do dialho
E diz agora o Mestre António:
«Mas p´ra que foi tanto travalho!»"
(Autor desconhecido)
Dados, poema e fotos retirados do livro "ANGOLA/Colonização Descolonização" de Fernando Paula Vicente - Major General.
terça-feira, 19 de março de 2019
MOÇAMBIQUE SOS
![]() |
| MOÇAMBIQUE |
A uma catástrofe responde-se com medidas institucionais e com a solidariedade entre as pessoas. Temos em relação aos moçambicanos laços culturais e de amizade de há longos anos, cinco séculos.
E, como sabemos, são nas horas amargas que se conhecem os amigos. Sejamos, mais uma vez, generosos e ajudemos os nossos irmãos em sofrimento, por exemplo, através da plataforma da Cruz Vermelha Portuguesa, acessível a partir do MULTIBANCO.
Post Scriptum: agora que os holofotes se apagaram sobre as regiões devastadas pelas tempestades (2) que se abateram há uns meses em duas regiões diferentes, que bom seria não nos esquecermos que há muita gente que ainda continua sem nada. Nada mesmo.Lembremos-nos que, amanhã, podemos ser nós a estar envolvidos numa situação destas e continuemos a ser solidários e generosos.
Um bem-haja pela vossa generosidade.
Imagem retirada da Internet
domingo, 24 de fevereiro de 2019
IMAGENS, DE HOJE, A RECORDAR A CART 6553/73
Aí está o homem! O nosso Magalhães (o do Porto - é o que esta de t-shirt branca), todo perfilado, na hora em que lhe fora imposta a medalha.
Com direito a guarda de honra e tudo, como manda o RDM! Parabéns, camarada.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
MEDALHA DE CAMPANHA
Anverso e reverso da
Medalha Comemorativa das Campanhas nos termos do artº 46 do Dec. Lei 316/2002 de 27 de Dezembro.
Todos os MILITARES que estiveram em campanha têm direito a esta medalha.
A pedido do Manuel Magalhães (o do Porto), que a recebeu numa cerimónia realizada na Invicta, há já algum tempo, aqui fica a medalha e o respectivo impresso para que quem estiver interessado possa proceder em conformidade.
________
EXMO SENHOR GENERAL CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO
(nome)__________________________________________________________,
(estado civil) _____________, filho de ___________________________________ e de
________________________________________________, residente em (morada
actual)__________________________________________________________ (código
Postal)_________-______ (localidade)______________, nascido a (data)
______________, na freguesia de ________________, concelho de
_____________________, portador do Bilhete de Identidade nº _______________, de
(data de emissão) ______________ do Arquivo de Identificação de ______________,
tendo cumprido serviço militar de (data de incorporação) ___________________, até
(data de disponibilidade) _________________, tendo sido agraciado com a Medalha
Comemorativa das Campanhas.
Consequentemente vem requerer a V. EXª que lhe seja feita entrega física da
Medalha Comemorativa das Campanhas nos termos do artº 46 do Dec. Lei 316/2002
de 27 de Dezembro.
Pede deferimento
(localidade), __________________, _____ de _____________ de _______
____________________________________________________
(assinatura)
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
BOM SENSO OU FALTA DELE...
Nestes tempos em que os Enfermeiros querem tudo e mais um
par de botas, é inevitável não pensarmos neles e em algumas coisas que no
passado, por eles foi feito, e que hoje estamos a verificar que talvez tenha
sido um erro.
Quer isto dizer que não é bom os enfermeiros serem Licenciados, Mestrados ou Doutorados? Claro que não. Até pela simples razão que onde cabe o mais, cabe o menos. Que bom seria que os nossos varredores de rua fossem Licenciados, Mestrados ou Doutorados, desempenhariam eles a sua nobre função de trabalhadores da higiene pública melhor que os atuais? Pensamos que não. Mas era muito bom e sinal de que o nosso país tinha atingido um patamar educacional extraordinário e o nível de vida de todos nós, e não só de alguns, era muito melhor. Porém, o que é, é, e não vale a pena entrarmos em devaneios irresponsáveis que só nos podem conduzir a um beco sem saída, onde, aliás, já estivemos várias vezes, só depois do 25 de Abril, já lá vão três... pensamos que já chega.
E mais, o Estado não pode ficar refém de qualquer tipo de corporação profissional, sindical ou política. E se a Lei da greve já não dá resposta - por força dos novos meios tecnológicos que hoje existem - ao equilíbrio que se exige na relação de forças entre patrão/trabalhador, pois bem, que se altere. Imagine-se o que seria a partir de agora, todas as corporações profissionais do país, desatarem a utilizar o mesmo método, seguido pelos enfermeiros - crowdfunding[1] - e, com este esquema, fazerem greves sem fim à vista, ilimitadas. Já pensámos nisto, verdadeiramente, e com a atenção que o caso exige?
Como na vida não há verdade absoluta, que haja bom senso e respeito pelas pessoas.
Ouvem-se alguns dirigentes sindicais clamarem que os enfermeiros têm o Mestrado
e que auferem menos do que outras pessoas com a mesma qualificação. Pois bem,
hoje (pelo que se disse no parágrafo anterior), a habilitação exigida para o
desempenho da função de enfermeira/o é a Licenciatura em Enfermagem. Mas tempos
houve em que apenas se requeria que soubessem ler e escrever! E é desse tempo
que vem o prestígio e respeito por esta nobre profissão. Claro está que os
tempos evoluíram e, com isso, os métodos, os processos e, naturalmente, a
necessidade da adaptação desta classe profissional para responderem à
complexidade das novas práticas profissionais. No entanto, o enfermeiro não é
um médico, e o que é exigido a estes profissionais leva a pensar que qualquer pessoa
com um Curso Técnico Profissional de Enfermagem (Décimo Segundo Ano de
Escolaridade) seria o bastante e suficiente para o desempenho desta prática.
Porém, a falta de força do Estado e a demagogia dos políticos, lá atrás,
trouxe-nos aqui, e, agora, temos os enfermeiros ou parte deles a querem
igualar-se aos médicos!
Quer isto dizer que não é bom os enfermeiros serem Licenciados, Mestrados ou Doutorados? Claro que não. Até pela simples razão que onde cabe o mais, cabe o menos. Que bom seria que os nossos varredores de rua fossem Licenciados, Mestrados ou Doutorados, desempenhariam eles a sua nobre função de trabalhadores da higiene pública melhor que os atuais? Pensamos que não. Mas era muito bom e sinal de que o nosso país tinha atingido um patamar educacional extraordinário e o nível de vida de todos nós, e não só de alguns, era muito melhor. Porém, o que é, é, e não vale a pena entrarmos em devaneios irresponsáveis que só nos podem conduzir a um beco sem saída, onde, aliás, já estivemos várias vezes, só depois do 25 de Abril, já lá vão três... pensamos que já chega.
E mais, o Estado não pode ficar refém de qualquer tipo de corporação profissional, sindical ou política. E se a Lei da greve já não dá resposta - por força dos novos meios tecnológicos que hoje existem - ao equilíbrio que se exige na relação de forças entre patrão/trabalhador, pois bem, que se altere. Imagine-se o que seria a partir de agora, todas as corporações profissionais do país, desatarem a utilizar o mesmo método, seguido pelos enfermeiros - crowdfunding[1] - e, com este esquema, fazerem greves sem fim à vista, ilimitadas. Já pensámos nisto, verdadeiramente, e com a atenção que o caso exige?
É bom que os políticos e sindicalistas sejam responsáveis
nesta matéria e não demagógicos se não querem que o povo, amanhã, farto desta
bagunça, onde milhares de doentes a necessitarem de ser operados e, por egoísmo
de alguns, o não conseguem com graves prejuízos, inclusivamente o de
continuarem vivos, venha a revoltar-se e a manifestar-se contra a Lei da greve
e a pedir o fim deste direito absolutamente imprescindível num estado
democrático e de direito.
Como na vida não há verdade absoluta, que haja bom senso e respeito pelas pessoas.
[1]
“Financiamento colaborativo de uma entidade, de um projeto ou de uma
iniciativa, por meio da angariação de contribuições monetárias provenientes
de vários investidores individuais, realizada tipicamente pela internet e
redes sociais” - In Dicionários infopédia, Porto Editora.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
RECORDAR CART 6553/73
O 'dono' desta viatura todo-terreno é, como se pode ver, o SÁ! O crachá da equipa, é de todos nós conhecido e os figurantes desta cena são, da esquerda para a direita, Manel - cozinheiro, Manarte - mecânico, ao volante o Silva - mecânico, nas costas do Silva, por estar de lado, não consigo identificar - se alguém o reconhecer mande-me um e-mail -, o Lima (entretanto falecido) de guitarra em punho dava musica ao pessoal. O cachorro que, pela pinta, parece gostar do ambiente.
terça-feira, 15 de janeiro de 2019
DURA LEX, SED LEX
Será que os senhores Magistrados se esqueceram do que isto quer
dizer?
É que a avaliar pelas últimas tomadas de posição desta corporação da
Justiça - anunciam-se greves e demissão -, instalou-se a dúvida! Ou será que a
onda avassaladora de greves que varre o País nos últimos tempos é mesmo viral e
todos vamos ter que padecer de tal maleita?
Há anos que ouvimos as Magistraturas propalarem aos sete
ventos, em alto e bom som que não querem que outros, nomeadamente os políticos,
intervenham na suas Magistraturas. E bem. Até aqui estamos todos de acordo. A
independência dos vários Órgãos de Soberania é um ditame da nossa Constituição
que nos vincula a todos enquanto sociedade democrática.
Mas parece que o bichinho da arrogância bolorenta, a fazer
lembrar outros tempos, se entranhou no ego destes senhores e, vai daí, subiram
ao púlpito do seu poder e mergulharam sem escrúpulos, senso e ética no
poder de outro Órgão de Soberania - o Legislativo - a quem incumbe, segundo a
mesma Constituição da República, fazer a Lei que a todos vincula. Mesmo
àqueles a quem compete fazer cumprir a Lei -, também, aos senhores
Magistrados.
Imagem da Internet
Assim é, mesmo, meus senhores, A LEI É DURA, MAS É A LEI.
Imagem da Internet
quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
GOSTO DA QUADRA DO NATAL
![]() |
| ( Estará ?) |
Para os cristãos é o prenuncio da chegada do Senhor - o
menino Jesus. Os demais, crentes ou não, deixam-se envolver por este ambiente e,
todos celebramos a Festa da Família. Celebremos, pois, com alegria e em paz.
A todos um bom Natal e que o próximo ano nos traga, a cada
um de nós, aquilo que mais desejarmos.
Uma saudação especial, dos velhinhos da CART 6553/73, a
todos os militares em serviço - missão de paz - no estrangeiro. Onde quer que
estejam, nós estamos convosco.
Foto da
Internet
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
GREVES IDEOLÓGICAS...
Antes do que
vou escrever, devo esclarecer que fui trabalhador por conta de outrem -
Funcionário Público - sempre sindicalizado e com as cotas em dia até me
aposentar, porém, nunca me deixei manipular.
De repente,
todos fazem GREVE, GREVES E MAIS GREVES!
Porquê
agora? Porque não há dois, três anos?
Na maior
parte delas porque os comunistas não brincam em serviço. Eles não deixam a
ideologia ir de férias. Não. Não puderam acabar com a coligação quando queriam
- antes da aprovação do último Orçamento desta legislatura, para poderem entrar
em campanha eleitoral sem governo e a culparem disso António Costa/Centeno.
Mas, porque os eleitores não os deixaram fazer isso - as sondagens demonstraram-no
-, culpá-los-iam por essa irresponsabilidade e, como eles não são tolinhos, fizeram
a leitura correta da situação e pensaram noutra solução.
E porque nunca se distraem, os seus ‘generais’ sindicalistas atacam em todas as frentes
e, aí está o resultado: greves e mais greves, greves por todos os lados e em
todas a frentes. Contestação Social generalizada, induzida pelos sindicatos em
todos os setores da Função Pública/Estado: Juízes/Magistrados/Oficiais de Justiça,
Saúde, Professores, Transportes públicos, Polícias e, tudo isto, depois de
terem visto os seus rendimentos repostos (aumentados), - pós TROIKA - há bem
pouco tempo! Por isso não faz sentido esta orgia protestativa! Só a persuasão
ideológica, utilizada pelos sindicalistas Marxistas, sobre as classes
trabalhadoras, leva a uma situação destas. Greves do tipo ‘canibais -
eucaliptos’ que engolem e secam tudo à sua volta. Veja-se o caso dos
Estivadores do Porto de Setúbal[1] e
o que está a acontecer à Auto Europa e empresas que existem por causa da desta;
quanto ao Enfermeiros é um caso à parte (greves pagas por terceiros! O que é
isto?).
Mas que os
comunistas e o BE o façam, é normal, está de acordo com a sua essência. Agora,
o que é verdadeiramente espantoso e surpreendente é vermos os partidos de
direita, ou ditos de direita, entrarem, irresponsavelmente, nesta onda
Marxista, aplaudirem e, até, incentivarem os grevistas a irem mais longe, com o
objetivo último de poderem vir a governar, esquecendo-se, contudo que, mais
cedo ou mais tarde, vão ter de enfrentar estes problemas, com a agravante de, nessa
altura, serem mais graves e, de terem, eles, irresponsavelmente ajudado os
comunistas a subirem mais um degrau na sua luta proletária para a obtenção do
poder e, com isso, a depauperarem a economia do país e, por último, a fazerem
com que toda esta onda reivindicativa se volte contra as pessoas
contestatárias, mais ou menos (in)conscientes e, algumas, (ir)responsáveis.
Apesar de tudo, porém, sendo
as greves justas, pelo direito legítimo que os trabalhadores têm de aspirarem a mais
e terem melhores condições de vida, elas nem sempre podem ser atendidas, face à
necessidade de quem, de direito e legitimamente, também, tem a obrigação de governar o
dinheiro de todos nós sem demagogias e populismos, evitando que caiamos outra
vez na banca rota. Caramba, já lá vão três! Não podemos ter uma memória tão
curta que já nos tenhamos esquecido da dor e sacrifícios por que passámos.
E, porque
estamos na quadra natalícia, votos para que, por causa de alguns, poucos,
gananciosos, nada de tremendamente irremediável aconteça.
A TODOS UM
BOM NATAL
[1] Enquanto
escrevia este post soube, felizmente, que voltaram ao trabalho! Por fim, o bom senso das partes.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
RECORDAR A CART 6553/73
FOTO BASTANTE INFORMAL A CAMBADA JUNTOU-SE PARA A FOTO E FICARAM BEM. POR SEREM TANTOS (E JÁ NÃO ME LEMBRAR DO NOME DE ALGUNS), NÃO LEGE...
-
Q UER OU NÃO TER A MAIORIA ABSOLUTA? É esta a grande questão de jornalistas, comentadores e políticos na atualidade. Porque, por...
-
FOTO BASTANTE INFORMAL A CAMBADA JUNTOU-SE PARA A FOTO E FICARAM BEM. POR SEREM TANTOS (E JÁ NÃO ME LEMBRAR DO NOME DE ALGUNS), NÃO LEGE...
-
PCP DESPEDE TRABALHADOR! Não acredito, ponto parágrafo. Li - já atrasado, é verdade -, no passado dia 05/06/2019, no SAPO 24 - se...

























