Encontrei isto por acaso!
Se quiseres matar saudades, vai em frente, carrega e… boa viagem.
Obrigado Laranjeira
Abraço
Aqui postaremos assuntos relacionados com a CART. 6553/73, Portugal, Angola e o Mundo.
Encontrei isto por acaso!
Se quiseres matar saudades, vai em frente, carrega e… boa viagem.
Obrigado Laranjeira
Abraço
DEPOIS DO COMBOIO DE TEMPESTADES, CHEGA A FATURA
Prevenção não é sorte. É governação.
Ninguém evita uma catástrofe natural.
Mas um país prevenido sofre menos quando ela chega.
Prevenção não é retórica — é planeamento, prudência financeira e visão estratégica.
Em 2023, o Governo de António Costa terminou o ano com um excedente orçamental de 1,2% do PIB — cerca de 3,2 mil milhões de euros, segundo o INE, tendo os dados finais apontado para um valor superior, acima dos 4 mil milhões. Existiu, portanto, margem orçamental.
Hoje, vários especialistas estimam que os estragos das intempéries possam rondar os quatro mil milhões de euros.
A coincidência numérica é, no mínimo, expressiva.
Entretanto, o atual Governo — da AD, liderado por Luís Montenegro — optou por avançar com medidas de impacto orçamental significativo num contexto político particularmente sensível. É legítimo perguntar se a prioridade deveria ter sido consolidar essa margem, reforçando a capacidade de resposta a imprevistos como o que agora enfrentamos.
Quando se falava em “contas certas”, falava-se precisamente disto: capacidade de resistência quando o inesperado acontece.
Hoje, essa promessa enfrenta um teste sério.
Impõe-se a pergunta: estarão as “contas certas” preparadas para absorver um choque desta dimensão sem derrapar?
Mas o problema não se resume só às finanças públicas.
Surge agora a rotura de um dique e o consequente alagamento dos prumos que suportam o tabuleiro da A1, na zona de Coimbra. Alguns técnicos referem possível falta de previsibilidade aquando da construção da autoestrada, nomeadamente na proteção estrutural dos pilares.
Convém recordar que a construção da A1 ocorreu durante um governo da AD, então liderado por Cavaco Silva.
Também no plano da organização do Estado surgem interrogações. O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, afirmou recentemente que “faltam níveis intermédios” na resposta às catástrofes, não apenas ao nível da Proteção Civil, mas também na coordenação política.
Ora, esses níveis intermédios existiram. Foram eliminados durante outro governo da AD, liderado por Pedro Passos Coelho.
Não se trata de culpar o vento ou a chuva.
Trata-se de perceber se as opções tomadas ao longo dos anos — financeiras, estruturais e organizativas — reforçaram ou fragilizaram o país.
A AD governou no passado.
A AD governa no presente.
E quando se governa, herda-se — mas também se responde.
No fim, porém, há uma verdade desconfortável:
a responsabilidade última é sempre nossa.
Somos nós, os cidadãos — detentores da soberania — que escolhemos.
PARABÉNS PORTUGUESES
Hoje, no World Economic Forum:
Trump disse que não vai usar “a força” em relação à Gronelândia.
A Europa e o mundo registaram.
Discursos longos não são sinónimo de clareza.
Os de Trump lembram os de Fidel Castro: redondos e intermináveis.
E volta à memória a frase do rei Juan Carlos, na Cimeira Ibero-Americana:
¿Por qué no te callas?
É este o critério. Tudo o resto é ruído.
Compatriotas, chegou a hora da verdade.
Há dois candidatos. Dois caminhos. Sem zonas cinzentas.
Ou quem assume estes valores e se compromete a respeitá-los e a fazê-los cumprir.
Ou quem os usa como máscara para os deturpar e subverter — “três Salazares”, lembram-se?
Portanto, caros eleitores, acabou o tempo dos taticismos. É tempo de coragem.
De todos, todos, todos.
Ou Seguro, ou André.
A democracia não se relativiza. Escolhe-se. Com o voto.
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| Imagem criada pela IA |
O mundo ocidental entrou em ebulição, acicatado pelo xerife-mor.
Trump ordena aos seus militares a invasão da Venezuela e a prisão do Presidente — não sabemos se legítimo ou ilegítimo, isso cabe exclusivamente ao povo venezuelano averiguar e decidir. De seguida, afirma que poderá fazer o mesmo à Colômbia, Cuba, México, Irão, Canadá e Gronelândia, acrescentando mesmo: “iremos fazê-lo a bem ou a mal, quer gostem, quer não gostem”.
Perante este cenário, o mundo político acobarda-se e dobra-se à vontade de quem proclama: “quem manda sou eu”.
Assim, os três grandes consolidam o domínio das suas áreas de influência, quase em tom de escárnio: a China, a Rússia e, claro está, a América.
Quanto à Europa, que em tempos receou o federalismo e um exército comum, permanece em silêncio — com exceção da Espanha. Falta-lhe força, falta-lhe estratégia e, por isso mesmo, não é ouvida nem tida em conta. Não conta.
As diferenças de linguagem entre os três grandes são reveladoras: à invasão da Ucrânia, Putin chamou “operação militar especial”; à invasão da Venezuela, Trump chamou “operação brilhante”; à ameaça sobre Taiwan, Xi afirma que “nunca renunciará ao uso da força”.
Não conhecemos pessoalmente nenhum destes homens, mas aquilo que dizem e fazem conduz-nos inevitavelmente a uma palavra: loucura. E quando a loucura ocupa o poder, os perigos multiplicam-se.
Eles avançam. Nós observamos. Até quando, Senhor, até quando?
Camaradas Encontrei isto por acaso! Se quiseres matar saudades, vai em frente, carrega e… boa viagem. Obrigado Laranjeira Abraço https://...