O HOMEM MACACO!
E ASSIM VOLTAMOS AOS 20
Que saudades rapaziada
Aqui postaremos assuntos relacionados com a CART. 6553/73, Portugal, Angola e o Mundo.
Hoje, no World Economic Forum:
Trump disse que não vai usar “a força” em relação à Gronelândia.
A Europa e o mundo registaram.
Discursos longos não são sinónimo de clareza.
Os de Trump lembram os de Fidel Castro: redondos e intermináveis.
E volta à memória a frase do rei Juan Carlos, na Cimeira Ibero-Americana:
¿Por qué no te callas?
É este o critério. Tudo o resto é ruído.
Compatriotas, chegou a hora da verdade.
Há dois candidatos. Dois caminhos. Sem zonas cinzentas.
Ou quem assume estes valores e se compromete a respeitá-los e a fazê-los cumprir.
Ou quem os usa como máscara para os deturpar e subverter — “três Salazares”, lembram-se?
Portanto, caros eleitores, acabou o tempo dos taticismos. É tempo de coragem.
De todos, todos, todos.
Ou Seguro, ou André.
A democracia não se relativiza. Escolhe-se. Com o voto.
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| Imagem criada pela IA |
O mundo ocidental entrou em ebulição, acicatado pelo xerife-mor.
Trump ordena aos seus militares a invasão da Venezuela e a prisão do Presidente — não sabemos se legítimo ou ilegítimo, isso cabe exclusivamente ao povo venezuelano averiguar e decidir. De seguida, afirma que poderá fazer o mesmo à Colômbia, Cuba, México, Irão, Canadá e Gronelândia, acrescentando mesmo: “iremos fazê-lo a bem ou a mal, quer gostem, quer não gostem”.
Perante este cenário, o mundo político acobarda-se e dobra-se à vontade de quem proclama: “quem manda sou eu”.
Assim, os três grandes consolidam o domínio das suas áreas de influência, quase em tom de escárnio: a China, a Rússia e, claro está, a América.
Quanto à Europa, que em tempos receou o federalismo e um exército comum, permanece em silêncio — com exceção da Espanha. Falta-lhe força, falta-lhe estratégia e, por isso mesmo, não é ouvida nem tida em conta. Não conta.
As diferenças de linguagem entre os três grandes são reveladoras: à invasão da Ucrânia, Putin chamou “operação militar especial”; à invasão da Venezuela, Trump chamou “operação brilhante”; à ameaça sobre Taiwan, Xi afirma que “nunca renunciará ao uso da força”.
Não conhecemos pessoalmente nenhum destes homens, mas aquilo que dizem e fazem conduz-nos inevitavelmente a uma palavra: loucura. E quando a loucura ocupa o poder, os perigos multiplicam-se.
Eles avançam. Nós observamos. Até quando, Senhor, até quando?
UM PRESIDENTE-REI, SERÁ?, NÃO!
Adenda: com memória e memória e memória; e ainda e também.
PS: CÓPIA DE ROTINAS INTELIGENTES (blogue)
TODOS A VOTOS
A fragmentação do voto só serve os interesses da direita. E, pior do que isso, pode acontecer uma de duas coisas: que ganhe a direita ou, ainda mais grave, a extrema-direita.
Atenção, eleitores:
Nunca como hoje a concentração de votos foi tão decisiva.
Pensemos bem antes de votar.
Imagem: Internet
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| Imagem: IA |
Digam a Putin que querem ser felizes — mas não a todo o custo.
Digam-lhe que não querem ver os vossos filhos morrerem ou ficarem estripados numa guerra que não escolheram.
Que não querem ver vizinhos mortos, estropiados, desalojados, sem casa, sem futuro.
Digam-lhe que não aceitam ver cidades destruídas por armas que ele manda construir, gastando rios de rublos que, esses sim, poderiam fazer o povo feliz: em escolas, hospitais, cultura, dignidade.
Digam-lhe que querem paz.
Paz, paz, paz — não só para os russos, mas também para os ucranianos, palestinianos, israelitas, sudaneses e todos os povos do mundo.
A felicidade não nasce da força, nem do medo, nem das ruínas.
Nasce do respeito pela vida.
Sejam felizes com todos os povos do planeta — nunca contra eles.