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| Oliveira — símbolo da PAZ |
PARA QUE O PRÓXIMO SEJA UM BOM ANO, É NECESSÁRIO QUE HAJA: PAZ PAZ PAZ PARA TODOS TODOS TODOS.
A PEDIDO DO JOSÉ RIBEIRO, AQUI FICA A SUA MENSAGEM DE NATAL
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| Imagem do Magalhães |
Feliz Natal, camaradas!
PS: gostava de me subscrever com camaradas da companhia.
J.R./IA
“SÓ É VENCIDO QUEM DESISTE DE LUTAR”
Nos tempos de sombras,
foi luz na Resistência, levantando a voz contra a opressão. Não se curvou
perante os ventos contrários, nem recuou na defesa de um ideal maior: a Liberdade.
Foi um visionário que
sonhou e lutou por um país livre e democrático, onde cada cidadão pudesse viver
em igualdade, com dignidade e fraternidade. Um homem de convicções fortes, mas
também de diálogo, que uniu pontes onde outros viam muros.
Por tudo o que fez, por
tudo o que inspirou e ensinou, fica para sempre na nossa memória como um
símbolo de coragem e de esperança.
Soares foi, é e será
sempre… FIXE!
Imagem: Internet
A.M./IA
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| Imagem: Internet |
A humanidade está a ser destruída e o Apocalipse aproxima-se a passos largos. Estaremos a exagerar? Não. Estaremos a brincar? Muito menos! Estamos apenas a refletir sobre o que está a acontecer nestes dias de canícula sufocante. Talvez por isso sejamos impelidos a pensar nas alterações climáticas e nas consequências que elas já estão a provocar.
O aquecimento global é responsável pelas chuvas torrenciais, secas prolongadas e incêndios devastadores que assolam o mundo. Há quem diga (e entre eles pessoas ditas “importantes”) que estas preocupações são disparates de quem não tem mais nada para fazer ou de quem procura lucro fácil. Tais afirmações valem o que valem, dependendo de quem as profere — dizemos nós. Mas nada como revisitar a História para fazer um pequeno exercício de reflexão.
Sabemos que o Homo sapiens — a espécie humana que surgiu há cerca de 300 mil anos — evoluiu lentamente até aos séculos XVII-XIX. Durante esse período, a humanidade teve a oportunidade biológica de se adaptar às transformações que iam ocorrendo gradualmente. Contudo, com a Revolução Industrial, e em apenas cerca de 250 anos, tudo mudou drasticamente. Passámos de uma evolução pausada para uma evolução quase supersónica. A invenção das máquinas e a sua posterior evolução, movidas a vapor e por combustíveis fósseis — carvão, petróleo e gás natural — resultaram na libertação massiva de dióxido de carbono (CO₂) para a atmosfera, contribuindo para o efeito de estufa, um dos principais responsáveis pelo aquecimento global.
A questão que se coloca é: como reagirá biologicamente o ser humano atual perante as dificuldades de adaptação que esta aceleração impõe? E como se adaptarão as futuras gerações às alterações climáticas já tão evidentes?
Se olharmos para o nosso país, Portugal, há cerca de 40, 50 ou mesmo 60 anos, tínhamos quatro estações bem definidas: primavera, verão, outono e inverno. Na primavera, o clima era ameno; os campos cobriam-se de verde e as flores deslumbravam-nos; os ribeiros corriam incessantemente em direção aos rios. No verão, o céu era azul, o sol brilhava intensamente, o ar era quente e os ribeiros começavam a secar. No outono, as folhas caíam, anunciando as primeiras chuvas, e o ar tornava-se mais frio. No inverno, chovia, nevava e o gelo obrigava-nos a procurar o calor da lareira; o frio era intenso e a roupa parecia nunca ser suficiente.
Hoje, porém, estas fronteiras entre as estações diluíram-se. Parece que temos apenas duas estações: um verão que se prolonga pelo outono e invade o inverno, e um inverno que se estende pela primavera e chega ao verão. Este fenómeno traz consigo consequências dramáticas: tempo seco, incêndios que, impulsionados por ventos fortes e, por vezes, até por tornados, devastam florestas, casas, animais e vidas humanas.
As tragédias sucedem-se em todo o planeta: incêndios catastróficos na Califórnia, na América do Sul, na África Austral, na Ásia, no sul da Europa e até nas regiões do Norte, chegando à Sibéria e à Gronelândia, que também já arde. Temperaturas próximas dos 50 graus Celsius secam nascentes e rios, contribuindo para o degelo dos glaciares, que, por sua vez, faz subir o nível médio dos mares.
Por outro lado, chuvas torrenciais caem com tal violência que as enxurradas arrastam tudo à sua passagem: árvores, casas, automóveis, animais e pessoas.
Se tudo isto não é apocalíptico, então o que será?
Cabe a cada um de nós arregaçar as mangas e começar a mudar hábitos, políticas e atitudes, para evitar aquilo a que os cientistas chamam o ponto de não retorno, sob pena de destruirmos a vida humana tal como a conhecemos na Terra.
P.S.: Republico este texto, trazendo-o novamente para a primeira página, dada a urgência da situação.
Imagem: Internet
A.M.
Is Humanity on the Brink?
Humanity is being destroyed, and the Apocalypse is drawing ever closer. Are we exaggerating? No. Are we joking? Certainly not. We are simply reflecting on what is happening during these days of suffocating heat. Perhaps that is why we are compelled to think about climate change and the consequences it is already bringing.
Global warming is responsible for the torrential rains, prolonged droughts and devastating wildfires that are ravaging the world. There are those who claim (including some so-called “important” people) that these concerns are nothing more than nonsense spread by people who have nothing better to do or who are seeking easy profit. Such statements are worth only as much as the credibility of those who make them—or so we believe. Yet there is nothing like revisiting history to put things into perspective.
We know that Homo sapiens—the human species that emerged around 300,000 years ago—evolved slowly until the seventeenth to nineteenth centuries. During that long period, humanity had the biological opportunity to adapt gradually to the changes taking place. However, with the Industrial Revolution, everything changed dramatically in just about 250 years. We moved from a slow pace of evolution to one that was almost supersonic. The invention of machines and their subsequent development, powered by steam and fossil fuels—coal, oil and natural gas—led to the massive release of carbon dioxide (CO₂) into the atmosphere, contributing to the greenhouse effect, one of the main drivers of global warming.
The question is: how will modern humans respond biologically to the challenges imposed by such rapid change? And how will future generations adapt to the climate changes that are already evident today?
If we look at our own country, Portugal, 40, 50 or even 60 years ago, we experienced four clearly defined seasons: spring, summer, autumn and winter. Spring brought mild weather, green fields covered with flowers and streams flowing steadily towards the rivers. Summer offered blue skies, bright sunshine, warm air and streams that gradually began to dry up. Autumn saw the leaves fall, heralding the first rains as the air turned colder. Winter brought rain, snow and ice, driving us towards the warmth of the fireplace, while the cold seemed to penetrate even our warmest clothing.
Today, however, the boundaries between the seasons have become increasingly blurred. It feels as though we now have only two seasons: a summer that stretches into autumn and winter, and a winter that extends into spring and even summer. This phenomenon brings devastating consequences: prolonged dry weather and wildfires that, driven by strong winds and sometimes even tornadoes, destroy forests, homes, wildlife and human lives.
Tragedies are unfolding across the globe: catastrophic wildfires in California, South America, Southern Africa, Asia, Southern Europe and even in northern regions, reaching Siberia and Greenland, where fires are now also occurring. Temperatures approaching 50°C dry up springs and rivers, contributing to the melting of glaciers, which in turn causes sea levels to rise.
Meanwhile, torrential rainfall falls with such intensity that flash floods sweep away everything in their path: trees, homes, vehicles, animals and people.
If this is not apocalyptic, then what is?
Each of us has a responsibility to roll up our sleeves and begin changing our habits, our policies and our attitudes, so that we may avoid what scientists describe as the point of no return, beyond which human life as we know it on Earth could be irreversibly threatened.
P.S.: I am republishing this article and bringing it back to the front page because of the urgency of the situation.
Image: Internet
A.M.
NÃO HÁ MUITO A DIZER
Os americanos, sempre soberanos, exerceram o seu poder nas
urnas – decidiram assim, e assim será. Discutir? Não vai mudar nada. A
realidade é o que é.
Agora, o que importa mesmo é olhar para a frente. Se o universo decidir alinhar-se com Trump e as coisas lhe correrem bem, como parece estar a acontecer, hoje, é dia de apontar para uma nova estrela em ascensão: Elon Musk. Quem sabe se não será ele a substituir o velho presidente daqui a quatro anos?
Porém é, agora, a hora de pensarmos o que sucederá se este homem, com o
poder que o dinheiro lhe confere e os meios tecnológicos (algoritmo) que possui se se
sentar na cadeira presidencial dos USA, poderá ele fazer à Democracia Liberal Mundial? É
avisado ponderarmos, enquanto é tempo, seriamente neste assunto.
Imagem: Internet
GENTE OBTUSA
existe em todo o lado! Os Partidos
deveriam funcionar também como uma peneira, filtrando este tipo de pessoas e
evitando, assim, que ocupem cargos na Administração Pública. No entanto, a
realidade mostra que isso não está a ser feito com diligência. Casos de
mal-educados, corruptos, mentirosos compulsivos e pessoas obtusas encontram-se
um pouco por toda a parte.
Dois acontecimentos atuais ilustram
esta situação:
Ambas são atitudes obtusas. Para
disparates deste calibre, já nos bastam os que proliferam por aí.
PS: bom, a reação aos disparates, foram pior a emenda do que o soneto:
No que respeita ao ponto 1, o líder do PS foi incongruente, passou a mão pela cabeça do seu camarada e … está tudo bem!
Já quanto ao ponto 2, depois do comunicado do Ministério, a Ministra ficou completamente desautorizada e à deriva.
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a.m.
A guerra é uma tragédia que
acompanha a humanidade desde tempos ancestrais. É um ato animalesco. Decidida
por políticos e comandada por generais que elaboram planos meticulosos,
evoluindo ao ritmo da própria sociedade. Porém, uma vez desencadeada,
transforma-se numa ação grosseira e irracional, onde a razão se perde em
brutalidade.
A Idade Média já vai longe; estamos
no século XXI. Com o nível de conhecimento adquirido e a humanização do ser
humano, seria de esperar que as guerras pertencessem ao passado, encerradas nos
livros de história. Contudo, a realidade é outra. Segundo o Instituto de
Investigação da Paz de Oslo (PRIO), no ano de 2023 havia 34 conflitos ativos no
mundo (in Google).
Entre os mais mediáticos estão: a
invasão da Ucrânia pela Rússia, liderada por Putin, em fevereiro de 2022; e o
ataque do Hamas a Israel, a 7 de outubro de 2024, que arrastou para o conflito
o Hezbollah e os Houthis. Todos estes grupos, classificados como terroristas,
são financiados e armados pelo Irão, que também apoia a Rússia com o
fornecimento de Drones.
HAMAS/FAIXA DE GAZA – ISRAEL –
HEZBOLLAH/LÍBANO
Todos nos lembramos, ou devíamos
lembrar-nos, do bárbaro dia 7 de outubro de 2024, em que o Hamas invadiu
Israel, matando crianças, idosos, mulheres e homens. Além de cometerem estes
atos horríveis, capturaram mais de uma centena de prisioneiros, incluindo
bebés.
O que esperava o Hamas que
acontecesse? Se não esperava a retaliação, cometeu um erro de avaliação
gravíssimo. O que se seguiu foi uma resposta militar de Israel com toda a sua
força, uma ação que qualquer país tomaria para defender os seus.
Atualmente, há várias manifestações
de apoio ao povo palestiniano, mas a verdade é que a Palestina consente que
TERRORISTAS que atuam a soldo do Irão, ocupando territórios que não lhes
pertencem e utilizando táticas cobardes, escondendo-se em túneis sob escolas,
hospitais e campos de refugiados. É verdade que, segundo tratados
internacionais, estes locais são protegidos, mas é igualmente verdade (segundo
os mesmos tratados) que não se devem usar estes locais como escudos. Além
disso, o Hamas impede que mulheres, crianças e idosos se refugiem nos túneis,
reservados apenas para os seus combatentes.
É evidente que a dor que nos invade
ao ver esta carnificina é devastadora, especialmente pelo sofrimento das
crianças. Este sofrimento é partilhado pelos dois lados do conflito. Em vez de
rancores e ódios inflamados, o que deve ser exigido nestas manifestações é o
fim dos horrores acumulados e a busca de um acordo de paz sustentado pelas
Nações Unidas: dois povos, dois Estados.
RÚSSIA – UCRÂNIA
Todos assistimos ao início desta
guerra: centenas de tanques russos invadiram território ucraniano, vomitando
fogo indiscriminadamente. Mataram homens, mulheres, jovens, idosos, crianças e
bebés, destruindo todo o edificado à sua passagem, incluindo hospitais,
creches, escolas e igrejas. Em nada diferente do que se observa no Médio
Oriente.
Curioso é que, neste caso, os
manifestantes de apoio à Palestina, que exigem que Israel cesse a guerra – e
bem – não usem a mesma voz para exigir o mesmo ao Hamas/Hezbollah e à Rússia
em relação à Ucrânia, o que é lamentável.
Tal como no Médio Oriente, estes
povos precisam sublimar todos os horrores e ódios acumulados e aprender a
aceitar-se como bons vizinhos, vivendo em tranquilidade, harmonia e paz para o
bem dos próprios e da humanidade.
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a. m.
O PRIMEIRO REI DE PORTUGAL
FAZ HOJE, 25 DE OUTUBRO DE 2024, OITOCENTOS E SETENTA E SETE ANOS (877) QUE ESTE HOMEM CONQUISTOU LISBOA AOS MOUROS.
AS FORÇAS ARMADAS MERECEM TODO O RESPEITO DOS PORTUGUESES,
DESDE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA ATÉ AO MAIS HUMILDE CIDADÃO - EU.
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| AÇOTEIAS-ALGARVE |
A.M.
| Imagem: Internet |
Ultimamente, tenho reparado que há muita gente a colocar comida e bebida para gatos nos locais mais inusitados.
Por exemplo, ao lado da minha casa, existe uma pequena casota de dois patamares. No rés-do-chão, há taças cheias de alimento próprio para gatos e, ao lado, um recipiente com água. Este espaço é mantido limpo e cuidado por uma verdadeira "cuidadora", que trata os animais com dedicação.
Noutro local, junto ao Rio Tejo, no Carregado — uma zona afastada de qualquer habitação — e, imaginem só, a centenas de quilómetros de distância, na praia do Barranco das Belharucas, entre os Olhos D’Água e as Açoteias, no Algarve, encontramos outro ponto semelhante. Não com o requinte de casa, mas sob umas escadas lá estavam abrigados os recipientes para comida e água.
Nestes dois lugares, sentimos uma grande sensibilidade por parte dos indivíduos que fazem isto voluntariamente e a suas próprias expensas. Nada a opor, tudo a louvar. Porém, se no primeiro caso, está tudo bem — nota vinte; nos dois últimos, ficámos perplexos. Foi precisamente por presenciar estas situações que nos levou a refletir e a escrever este post.
Essas pessoas, tão altruístas e bem-intencionadas para com os animais — selvagens porque não têm dono, logo não são domésticos e, por natureza, habituados a procurar o próprio alimento — esgotam, neste louvável ato, toda a sua sensibilidade. Pois é. Depois de colocarem a comida nos recipientes, que provavelmente foram lá deixados por elas, atiram, ali mesmo, as embalagens de plástico e as latas dos alimentos, comprados no supermercado, emporcalhando toda a área cicundante, sem o mínimo de sensibilidade para com o meio ambiente!
Sabemos todos que, com o tempo, por ação do vento, esses resíduos acabam por se espalhar e vão parar aos ribeiros, rios e mares, pondo em risco a natureza.
Apesar de todo o altruísmo, ainda temos um longo caminho a percorrer no que toca à aprendizagem da civilidade.
A.M.
AOS EX-COMBATENTES PORTUGUESES
| (Cópia) |
1.ª série
N.º 189
30-09-2024
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Decreto-Lei n.º
61/2024, de 30 de setembro
Sumário: Atribui benefícios adicionais de saúde aos
antigos combatentes. O Programa do XXIV Governo Constitucional definiu como um
dos seus objetivos dignificar e respeitar os antigos combatentes e a sua
memória, avaliando a natureza e o aumento dos apoios que lhes são concedidos.
Na linha da dignificação e respeito dos antigos combatentes e da sua memória, e
após avaliação da natureza dos apoios, entendeu-se que os antigos combatentes
devem ter benefícios adicionais de saúde, nomeadamente, pela comparticipação de
medicamentos. Pelo exposto, adita-se ao Estatuto do Antigo Combatente, aprovado
em anexo à Lei n.º 46/2020, de 20 de agosto, um apoio aos pensionistas de
100 % da parcela não comparticipada dos medicamentos pelo Serviço Nacional
de Saúde, e um apoio aos antigos combatentes não pensionistas do Estatuto do
Antigo Combatente de 90 % da comparticipação dos medicamentos
psicofármacos. Foi ouvida a Liga dos Combatentes. Assim: Nos termos da
alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo
decreta o seguinte: Artigo 1.º Objeto O presente decreto-lei procede à
primeira alteração ao Estatuto do Antigo Combatente, aprovado em anexo à Lei
n.º 46/2020, de 20 de agosto.
Artigo 2.º Aditamento à Lei n.º 46/2020, de 20 de
agosto
É aditado o artigo 16.º-A ao Estatuto do Antigo Combatente, aprovado em anexo à Lei n.º 46/2020, de 20 de agosto, com a seguinte redação: «Artigo 16.º-A Benefícios adicionais de saúde 1 — Os antigos combatentes pensionistas têm direito a 100 % da parcela não comparticipada dos medicamentos pelo SNS, sem prejuízo do disposto no número seguinte. 2 — Caso o medicamento se insira em grupo homogéneo, a comparticipação do Estado na aquisição do medicamento faz-se nos seguintes termos: a) O valor máximo da comparticipação é calculado por aplicação da percentagem de 100 % sobre o preço de referência no grupo homogéneo; b) Se o PVP do medicamento for inferior ao valor apurado nos termos da alínea anterior, a comparticipação do Estado limita-se apenas àquele preço. 3 — Os antigos combatentes não pensionistas têm direito a uma majoração para 90 % da comparticipação dos medicamentos psicofármacos. 4 — Para efeitos do previsto nos números anteriores, a operacionalização do procedimento é definida por portaria dos membros
Artigo 3.º Disposição transitória
A comparticipação prevista no artigo 16.º-A do Estatuto
do Antigo Combatente é efetuada de forma faseada, sendo 50 % a 1 de
janeiro de 2025 e 100 % a partir de 1 de janeiro de 2026. Artigo 4.º
Entrada em vigor 1 — Sem prejuízo do disposto no número seguinte, o
presente decreto-lei entra em vigor em 1 de janeiro de 2025. 2 — O
n.º 4 do artigo 16.º-A do Estatuto do Antigo Combatente, com a
redação dada pelo presente decreto-lei, entra em vigor no dia seguinte ao da
sua publicação. Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 5 de setembro de
2024. — Luís Montenegro — Joaquim Miranda
Sarmento — Nuno Melo — Ana Paula Martins. Promulgado em 25
de setembro de 2024. Publique-se. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Referendado em 26 de setembro de 2024. Pelo Primeiro-Ministro, Joaquim Miranda
Sarmento, Ministro de Estado e das Finanças.
118166951
PS: CÓPIA EXTRAIDA DO DIÁRIO DA REPúBLICA NA INTERNET
Foi-me enviado pelo Carlos Neves, com pedido de publicação no blog, obrigado companheiro
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| Imagem: Internet |
A saber,
com humildade, o pretérito:
“… Queremos
negociar com todos os partidos com acento parlamentar, mas com toda a ‘humildade’
o dizemos: sem desvirtuarmos o nosso programa”. Leia-se: ou fazem como nós
queremos ou… não há nada para ninguém, vamos a eleições que é o que todos, todos, mesmo todos vocês
(oposição e nós AD) querem(os). Talvez queiram, a ver vamos? – O tom da campanha estava
dado.
Longe vá
o agouro, estamos nos antípodas, mas há (na atualidade) por aí um ‘senhor da
guerra’ que diz exatamente o mesmo: “aceitamos negociar a paz, mas tem de ser
nestes termos…” ou é como eu quero, ou não há paz para ninguém!
Esta AD
está a revelar-se habilíssima na luta pela manutenção do poder e, desde que
venceu, legitimamente, as eleições (por um deputado), lançou-se aberta e
ferozmente – ‘com toda a humildade’ –, em campanha eleitoral sem olhar a meios:
foi ao mealheiro que o país tinha (em 02/04/24), para eventuais situações
difíceis e, plin plin plin plin… este já lá vai –, distribuiu € para tudo e
todos os que votam. Veremos se, por exemplo, haverá dinheiro para ajudar as vítimas
dos incêndios desta negra semana. A ver vamos?
Mais uma
desgraça, um acidente com um helicóptero do qual resultaram, infelizmente, cinco
mortos e lá foi o PM a correr ao Douro e, num bote, sem o mínimo (não lhe
queremos chamar de falta de pudor) de reserva, digamos assim; disse ao país:
que estava ali a ‘trabalhar’ em solidariedade com as autoridades e a apresentar
os sentimentos à família enlutada. O que importa nestas situações é mostrarmo-nos
nos telejornais de preferência das 20h e nos comentários que, sem fim, se lhe
seguem. É assim a vida de um político astucioso.
Em mais uma
semana trágica, pintada com as cores que o fogo marca – segundo dados da
Proteção Civil 7 mortos e 188 feridos, 15 dos quais em estado grave – lá
estiveram o Presidente da República a presidir a um do Conselho de Ministros
extraordinário para os incêndios que, espremidas as conclusões, apenas serviu
para mostrar que se ‘fazia alguma coisa’, enfim, agitavam-se as autoridades,
para português ver.
Também
disse o PM, nestes tempos negros e enlutados: “não perdoaremos os incendiários”
(alguém perdoou?) e, em conformidade, irá ser criada uma equipa (mais uma) para
averiguar e prender os incendiários! – Qual a utilidade da medida? As policias,
o ministério público e os tribunais não estão já a trabalhar há muito tempo,
tendo um acumulado de experiência adquirida na prática prendendo, acusando e
julgando N pessoas? Mas continuou e referiu que “há interesses instalados na
ativação dos incêndios” (!...), mas não concretizou. Ora, como acreditamos que
Luís Montenegro, literalmente, se referia aos incendiários, mas não concretizando
as suas suspeitas, o seu posicionamento acabou por ser inadequado para um
político de primeira linha, como um Primeiro-Ministro. Não se pode lançar
insinuações de maneira leviana. Se realmente tem conhecimento de alguma coisa,
a sua obrigação é de a reportar às autoridades competentes. Fazer como o fez é
puramente um exercido de demagogia barata.
O PM
esbracejou, agitou-se, enfim, quis mostrar que liderava – tudo show off
–, campanha eleitoral e caça ao voto. Mas atenção, com toda esta vertigem de
irem ao pote dos votos, ainda acabam por cair lá dentro.
Em jeito
de conselho – quem somos nós criaturas da plebe – crie uma equipa para fazer um
plano (que pensamos já existir, mas enfim, mais equipa menos equipa…) para o
ordenamento e gestão da floresta; outra para fazer um plano para a agricultura;
outra, ainda, para fazer a gestão da água e, por fim, verta os resultados num
verdadeiro Plano Nacional, dotado de verbas para ser efetivamente concretizado.
Agindo
desta forma no planeamento, na prevenção e no desenvolvimento estruturado do
país. Estamos certos de que se o fizer terá um lugar assegurado na História de
Portugal, ombreando com o seu ex-colega Marquês de Pombal.
Com toda
a humildade.
Choca-nos que haja pessoas (seres humanos) que defendem terroristas.
Por definição “terrorista” é todo aquele que ataca – com
armas, bombas, misseis, facas ou outro qualquer meio de destruição – pessoas
civis desarmadas.
Não referimos estados, grupos ou pessoas individuais por ser
desnecessário e até fastidioso – segundo os últimos estudos existem no Planeta
56 conflitos na atualidade. Contudo, não nos deixemos confundir com aqueles que
chamam ‘terroristas’ a uns, omitindo outros por convicções políticas com
propósitos obscuros e que entram na guerra de guerrilha da propaganda
belicista.
O ser humano almeja viver em paz. Mas para que esta última premissa seja, um dia, possível importa lembrar que não podemos agir com paixão, que o ódio não se combate com ódio, à bomba não se responde com bomba, pois desta forma nunca chegaremos à ambicionada paz, ao invés, usando a generosidade, como nos diz a razão da inteligência, nós criaturas, seres providos de sensibilidade humana podemos viver em paz e harmonia. Claro que podemos.
ALTO DOURO VINHATEIRO
(MIRADOURO DE VILA NOVA DE FOZ CÔA)
POR ESTAS TERRAS TINHA D. ANTÓNIA - A FERREIRINHA - ALGUMAS DAS SUAS VINHAS.
Porquê tais acréscimos? Se fazem parte dos vencimentos mensais dos agentes
do Estado Português, não seria melhor integrá-los diretamente no salário base?
Isso tornaria o sistema mais claro, transparente e eliminaria a confusão e as
suspeitas na sociedade. Afinal, todos concordamos que estas forças merecem uma
remuneração mais elevada.
Além disto, os representantes sindicais e associações deveriam focar-se em
exigir melhores salários base, ao invés de reivindicar esses acréscimos que
geram desconfiança. As únicas exceções a esta regra devem ser as ajudas de
custo, destinadas a cobrir despesas de trabalhos extraordinários fora das áreas
de atuação normal dos servidores do Estado, e compensações em caso de
ferimentos ou morte em serviço; o Estado tem a obrigação, nestes casos, de
assegurar o vencimento do servidor enquanto ele viver, ou, no caso de morte em
funções, até que seus filhos atinjam a maioridade (concluam os estudos).
Os aspirantes a servidores públicos, ao concorrerem para tais funções, estão
cientes, desde o início, dos riscos inerentes. Portanto, não devem depois de
tomarem posse dos respetivos cargos solicitar remunerações adicionais por
riscos de função e trabalhos mais difíceis por comparação com os demais
trabalhadores; devem, sim, reivindicar melhores salários base.
PS: não se percebe a última posição das Policias. A inveja é um sentimento, no mínimo, muito feio.
Os nossos agradecimentos à Comissão que organizou o encontro deste ano: Capitão Gonçalves, Zé Manel, Daniel e Magalhães (do Porto).
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| OS RETARDATÁRIOS NÃO FICARAM NO BONECO E OLHEM, ESTE ANO, 47 DISSERAM: PRESENTE. ![]() EM JEITO DE AQUECIMENTO ...
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E SERÁ NO DIA EM QUE COMEMORAMOS OS 50 ANOS DO NOSSO REGRESSO, 22 FEVEREIRO (1975) DE 2025
NA MEALHADA, CLARO, PESSOAL!
Na expectativa do próximo encontro, o companheirismo cintila como uma luz que nunca se apaga.
Cada olhar trocado entre nós carrega o peso das dificuldades compartilhadas, mas também a leveza da camaradagem que sublima as adversidades.
Hoje, somos mais do que meros veteranos, somos irmãos, unidos por laços forjados no calor da contenda e na solidariedade mútua; e já mais nos esquecemos dos que nos precederam no caminho da vida eterna. Paz às suas almas.
Que este encontro nos lembre não apenas os tormentos que enfrentámos, mas também o apoio inabalável que encontrámos uns nos outros; e que o companheirismo que nos trespassa neste momento fortaleça os nossos laços e nos inspire a continuar a sermos solidários uns com os outros. Não importa o que o futuro nos reserve, sabemos sim que juntos, somos uma fonte de conforto, coragem e tenacidade.
A.M.
MOBILIZEM-SE E MOBILIZEM A FAMÍLIA E AMIGOS - TODOS AO ENCONTRO - PORQUE O TEMPO NÃO PARA E NÓS JÁ FIZEMOS 20 ANOS A ALGUM TEMPO!
PS: SEMPRE QUE OPORTUNO DAREMOS MAIS INFORMAÇÕES
P'LA COMISSÃO DINANIZADORA
AQUELE ABRAÇO, BEM FORTE, COMPANHEIROS
Nota: esta aprovação foi feita em sede de comissão. Agora sobe a plenário para votação final e, julgo, que entrará em vigor com o Orçamento ...