quarta-feira, 8 de julho de 2026

«E esta, hein?»

Nota: esta aprovação foi feita em sede de comissão. Agora sobe a plenário para votação final e, julgo, que entrará em vigor com o Orçamento de 2027.

Texto do autor. Imagem e composição da IA

segunda-feira, 18 de maio de 2026

CONVÍVIO 2026 / 2027

ESTE JÁ FOI… E, COMO SEMPRE, VALEU A PENA!

Foi muito bom estarmos juntos mais uma vez.

Conversámos muito, recordámos a nossa juventude e constatámos, entre risos, que o tempo não perdoa… estamos mesmo velhotes!

Um grande abraço ao nosso anfitrião, Plácido Pinto, e ao seu filho, Rui, que nos proporcionaram um dia muito agradável e inesquecível.


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O Armindo no seu melhor estilo 

 Para o próximo ano, o anfitrião eleito foi o Armindo e, claro… no Porto, carago! Fica já marcado: 26 de junho de 2027, o último sábado de junho.

Até lá, um grande abraço para todos!

quarta-feira, 13 de maio de 2026

ATÉ SEMPRE 1º OLIVEIRA

† 

PAZ À SUA ALMA

Pedro José de Andrade Oliveira

É com profundo pesar e tristeza que comunicamos o falecimento ( há já sete anos) do nosso 1º Sargento.

À sua esposa Lurdes, filhos e toda a família, apresentamos as mais sentidas condolências.

quinta-feira, 23 de abril de 2026

segunda-feira, 13 de abril de 2026

BLASFÉMIAS A JESUS

Desenho: Francisco 

E AO PAPA LEÃO XIV



PAI, PERDOA-LHES,

PORQUE NÃO SABEM O QUE FAZEM —

FALAM SEM CONSCIÊNCIA DO QUE DIZEM.


sexta-feira, 10 de abril de 2026

O PACOTE LABORAL

Andou bem a UGT (União Geral de Trabalhadores) em dizer não à Revisão Geral do Trabalho na Concertação Social.

Mais ainda: deveria recusar liminarmente participar neste fórum enquanto a CGTP-IN for afastada — a isto chama-se solidariedade entre trabalhadores.

Já agora, importa perguntar sem tibiezas: quem é o governo para decidir quem pode, ou não, representar os trabalhadores?

É assim, com estes tiques de arrogância, controlo e exclusão, que os poderes começam a resvalar para o autoritarismo.

Imagem: Internet 



segunda-feira, 23 de março de 2026

A PROPÓSITO DA PÁSCOA…

O pão – imagem do autor 

Lembro-me da minha última visita aos nossos vizinhos marroquinos.

Desta feita, mais precisamente, às cidades imperiais do Reino de Marrocos.


Vindos de Marraquexe, onde assentámos arraiais, entrámos em Rabat, que logo nos impressionou pela limpeza das ruas e dos espaços públicos, primorosamente cuidados. Iniciámos o périplo pelo Mausoléu de Mohamed V, mesmo em frente à Torre Hassan, na praça Yacoub Al Mansour.


Seguimos depois para a Kasbah dos Oudaias, fortaleza e bairro histórico do século XII, debruçado sobre a foz do rio Bou Regreg, onde este se entrega ao Atlântico.


Logo à nossa direita, ao entrar pela porta principal — a Grand Bab Oudaïa —, deparámo-nos com um pequeno forno comunitário. Dois padeiros amassavam e coziam pão, distribuindo-o, com naturalidade, a quem por ali passava.


E foi ali, naquele gesto simples, que me ocorreu a Páscoa.

A partilha do pão.


Uma Santa e Feliz Páscoa  

terça-feira, 17 de março de 2026

O MÉDIO ORIENTE ARDE

 E O CALOR JÁ CHAMUSCA O MUNDO…

GOLFO PÉRSICO

Imagem: Wikipédia 

Nós, por cá, em Portugal, sabemo-lo — e como o sabemos. Quando encostamos o carro num posto de abastecimento, vemos como o nosso dinheiro voa ao mesmo ritmo que o combustível escorre para o depósito (e isto para não falarmos dos preços dos alimentos que seguem a mesma escalada silenciosa).


Em consequência, o nosso Cérbero oblitera-se e um chorrilho mudo põe as orelhas do inquilino de São Bento a arder.


Um ou outro que escapa é audível do outro lado do Atlântico e põe o velho louro que anda entretido com a sua “fúria épica” vermelho de raiva.


Entretanto por cá, onde a vida aperta no dia-a-dia, a pergunta impõe-se persistente, teimosa: até quando? Até quando teremos de sofrer as consequências destes tolos que nos (des)governam?

sábado, 7 de março de 2026

PROFESSOR MARCELO

 O PRESIDENTE DE PORTUGAL 

NO SEU MELHOR

OBRIGADO POR NOS TER REPRESENTADO COM TANTA DIGNIDADE 

Imagem: Internet 

quinta-feira, 5 de março de 2026

ANTÓNIO LOBO ANTUNES

PAZ À SUA ALMA 
1942 - 2026

O DOUTOR — NOSSO CONTEMPORÂNEO EM TERRAS DE ANGOLA.
UM DOS MAIORES VULTOS DA LITERATURA PORTUGUESA E MUNDIAL.
Imagem: Internet 



quarta-feira, 4 de março de 2026

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

RECORDAR O SONGO – ATUAL

Camaradas

Encontrei isto por acaso!

Se quiseres matar saudades, vai em frente, carrega e… boa viagem.

Obrigado Laranjeira

Abraço 

 https://share.google/x9MZuKy9LY6PkH43o

sábado, 14 de fevereiro de 2026

ASSIM VAI PORTUGAL/TEMPORAL

 

DEPOIS DO COMBOIO DE TEMPESTADES, CHEGA A FATURA

Prevenção não é sorte. É governação.


Ninguém evita uma catástrofe natural.

Mas um país prevenido sofre menos quando ela chega.

Prevenção não é retórica — é planeamento, prudência financeira e visão estratégica.

Em 2023, o Governo de António Costa terminou o ano com um excedente orçamental de 1,2% do PIB — cerca de 3,2 mil milhões de euros, segundo o INE, tendo os dados finais apontado para um valor superior, acima dos 4 mil milhões. Existiu, portanto, margem orçamental.

Hoje, vários especialistas estimam que os estragos das intempéries possam rondar os quatro mil milhões de euros.

A coincidência numérica é, no mínimo, expressiva.

Entretanto, o atual Governo — da AD, liderado por Luís Montenegro — optou por avançar com medidas de impacto orçamental significativo num contexto político particularmente sensível. É legítimo perguntar se a prioridade deveria ter sido consolidar essa margem, reforçando a capacidade de resposta a imprevistos como o que agora enfrentamos.

Quando se falava em “contas certas”, falava-se precisamente disto: capacidade de resistência quando o inesperado acontece.

Hoje, essa promessa enfrenta um teste sério.

Impõe-se a pergunta: estarão as “contas certas” preparadas para absorver um choque desta dimensão sem derrapar?

Mas o problema não se resume só às finanças públicas.

Surge agora a rotura de um dique e o consequente alagamento dos prumos que suportam o tabuleiro da A1, na zona de Coimbra. Alguns técnicos referem possível falta de previsibilidade aquando da construção da autoestrada, nomeadamente na proteção estrutural dos pilares.

Convém recordar que a construção da A1 ocorreu durante um governo da AD, então liderado por Cavaco Silva.

Também no plano da organização do Estado surgem interrogações. O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, afirmou recentemente que “faltam níveis intermédios” na resposta às catástrofes, não apenas ao nível da Proteção Civil, mas também na coordenação política.

Ora, esses níveis intermédios existiram. Foram eliminados durante outro governo da AD, liderado por Pedro Passos Coelho.

Não se trata de culpar o vento ou a chuva.

Trata-se de perceber se as opções tomadas ao longo dos anos — financeiras, estruturais e organizativas — reforçaram ou fragilizaram o país.

A AD governou no passado.

A AD governa no presente.

E quando se governa, herda-se — mas também se responde.

No fim, porém, há uma verdade desconfortável:

a responsabilidade última é sempre nossa.

Somos nós, os cidadãos — detentores da soberania — que escolhemos.


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

PORTUGAL VOTOU LIVREMENTE

 PARABÉNS PORTUGUESES


VOTAR É IMPORTANTE PARA O PAÍS 
VOTAR É UM DEVER DE CIDADANIA
VOTAR É UM DEVER DEMOCRÁTICO 
VOTAR É SERMOS LIVRES


terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

DE DÁVOS PARA O MUNDO, VERBORREIA…

Imagem: IA


Hoje, no World Economic Forum:

Trump disse que não vai usar “a força” em relação à Gronelândia.  


A Europa e o mundo registaram.


Discursos longos não são sinónimo de clareza.

Os de Trump lembram os de Fidel Castro: redondos e intermináveis.


E volta à memória a frase do rei Juan Carlos, na Cimeira Ibero-Americana:

¿Por qué no te callas?


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

DEMOCRACIA: É AGORA QUE SE ESCOLHE

 

A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA é clara: Portugal é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo político, no respeito pelos direitos fundamentais e na separação de poderes.


É este o critério. Tudo o resto é ruído. 

Compatriotas, chegou a hora da verdade.

Há dois candidatos. Dois caminhos. Sem zonas cinzentas.

Ou quem assume estes valores e se compromete a respeitá-los e a fazê-los cumprir.

Ou quem os usa como máscara para os deturpar e subverter — “três Salazares”, lembram-se?

Portanto, caros eleitores, acabou o tempo dos taticismos. É tempo de coragem.

De todos, todos, todos.

Ou Seguro, ou André.

A democracia não se relativiza. Escolhe-se. Com o voto.


«E esta, hein?»

Nota: esta aprovação foi feita em sede de comissão. Agora sobe a plenário para votação final e, julgo, que entrará em vigor com o Orçamento ...