![]() |
| Cart 6553 - 1973/75, no Songo, Angola |
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
A RECORDAR A CART 655373
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
IPSS
| Imagem da Internet |
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
É TEMPO DE NATAL
![]() |
| Imagem: Internet |
Ele amolece os nossos corações, torna-os mais recetivos e harmoniosos ao espírito de Natal.
Com ele, vem também, o final do ano. E que ano tão conturbado!
Que os homens neste tempo da família, pensem nela e tudo façam para a proteger:
Acabemos com as guerras, as violências, os egoísmos, a fome e a pobreza;
Respeitemos a humanidade, os valores e os ambientes...
Que o novo ano abra as nossas mentes à educação, à inovação e ao desenvolvimento sustentado;
À partilha do trabalho, à compreensão, à tolerância e à ajuda de boa vontade.
A toda a humanidade, um bom e Santo Natal e um muito próspero Ano Novo.
Particularmente:
A TODOS OS QUE SERVIRAM NA CART 6553/ SONGO
AO SONGUENSES
AOS PORTUGUESES
terça-feira, 28 de novembro de 2017
MACHIMBOMBO







sexta-feira, 17 de novembro de 2017
ÁFRICA, VENTOS DE PURIFICAÇÃO ?
Sopraram ventos de mudança em África.
ANGOLA
Em Angola, o homem que os angolanos colocaram, através do voto, na cadeira da presidência, tem dado bastos sinais de mudança.
Está, agora, a meio dos míticos cem dias e já varreu com as cúpulas das empresas mais significativas do país! É obra.
Esperamos que os ventos, que parecem puros, e que sopram, lá da cidade alta, venham arejar as mudanças em curso e que sirvam, em primeiro lugar, para melhorar as condições de vida do digno e martirizado povo angolano; em segundo lugar, para reforçar e melhorar as relações com os povos de todo o Mundo e, porque somos portugueses, para que acabem os mal-entendidos que têm existido entre os nossos governantes e que se estabeleçam relações em plano de igualdade, fraternidade e amizade que, aliás, sempre existiram entre os povos das duas nações, pese embora os amuos dos poderosos.
ZIMBABWE
O Zimbabwe definhou, por obra de um presidente /rei absolutista e déspota.
Que os ventos que hoje sopram de Harare, sejam bons ventos e que, também aqui, sirvam para melhorar as condições de vida deste povo sofredor que bem o merece.
Um homem com 94 anos, não tem condições físicas (...) para se governar a si próprio e, por maioria de razões, um país. E não é reconhecido (Ao que parece também no Zimbabwe) às primeiras damas, governaram um povo em nome dos seus maridos.
Por falta de notícias, não convém que nos alarguemos em comentários de que mais tarde nos possamos vir a arrepender. Atrevo-me, no entanto, a desejar que os militares façam neste país, o que os militares portugueses fizeram, em 25 de abril, de 1974, em Portugal.
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
ECONOMIA DE MÃE...
Enquanto crescia, ouvia a minha mãe dizer – querida mãe que não tinha a quarta classe –: «Não podíamos gastar mais do que aquilo que recebíamos e, se recebíamos dez, só podíamos gastar nove.»
Hoje, em minha casa, eu e a minha mulher, que, por acaso – ou talvez não – também ouvia isto da sua mãe, seguimos este ensinamento e não nos temos dado mal. Ah, claro, também fizemos questão de o transmitir à nossa filha.
Sempre pensei que esta máxima também se aplicava a quem governa um país. Até por maioria de razão, pois o dinheiro do Estado pertence a todos os cidadãos e não a quem, circunstancialmente, exerce o poder.
No entanto, sempre que vejo o Estado arrecadar mais receitas do que as previstas e, em vez de aproveitar essa folga para reduzir a dívida ou constituir uma reserva para tempos difíceis, optar por aumentar a despesa, fico pasmado.
É aqui que começa a minha burrice. Em vez de se guardar uma parte desse dinheiro e utilizar a outra para responder às necessidades mais urgentes, gasta-se praticamente tudo. E assim se desperdiça uma oportunidade de preparar o futuro.
Porque basta acontecer uma calamidade, uma crise económica, uma pandemia, uma guerra ou qualquer outro imprevisto para surgirem necessidades enormes. E, nessa altura, de onde vem o dinheiro? Vamos, mais uma vez, pedir emprestado?
Será que temos mesmo dificuldade em compreender as coisas? Como é possível, no século XXI e com tantos estudos (e até com IA), não perceber aquilo que as nossas mães e avós – muitas sem a quarta classe e algumas sem saber ler nem escrever – já sabiam, compreendiam e aplicavam: uma regra elementar de boa gestão. Quando havia algum dinheiro, poupava-se sempre qualquer coisa para acudir aos tempos difíceis.
Qual é a parte desta equação que os nossos governantes não entendem?
Será que estamos condenados a andar, ciclicamente, de mão estendida pelo mundo, a pedir dinheiro emprestado?
Não. Eu não quero isso para mim, para os meus filhos e para os meus netos. Chega de vergonha e de apertos de cinto.
Estou aposentado há muitos anos e sei bem o que é viver com rendimentos que pouco ou nada aumentam. Também sei que há momentos em que é preciso fazer sacrifícios pelo bem comum. Se houver uma tragédia que exija um esforço nacional, compreendo perfeitamente que se adiem aumentos ou outros benefícios para acudir a quem mais precisa. Ninguém morrerá por esperar mais algum tempo.
O que me custa compreender é que, quando os tempos são favoráveis, não se preparem os tempos difíceis. É precisamente nesses momentos que se deve governar com prudência, reforçar as reservas do Estado e reduzir a dívida, para que, quando chegar a tempestade, haja meios para lhe fazer frente sem recorrer, uma vez mais, ao endividamento.
Compete ao Governo gerir a coisa pública com inteligência, sensibilidade, sentido de responsabilidade e visão de futuro, respeitando os compromissos que assumiu perante os cidadãos.
Se assim não acontecer, resta-nos esperar que a sorte continue do nosso lado. Mas governar um país não pode depender da sorte. Tem de assentar na prudência, no bom senso e na capacidade de olhar para além do imediato.
A. M.
Imagem: Internet
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
PORTUGAL DEU UM MERGULHO NO INFERNO
De tanto gritarem por ele, o satanás chegou com a primavera (...)! Raposa velha sentou-se no alto da Serra da Estrela, bem lá em cima, para poder observar todo o nosso território.
Imagem da Internet
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
PORTUGAL CHORA!
![]() |
| Foto retirada da net |
terça-feira, 26 de setembro de 2017
É TEMPO DE ELEIÇÕES
![]() |
| Imagem: Internet |
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
INCÊNDIOS
![]() |
| Imagem: Internet |
Aqui, proponho-me fazê-lo do ponto de vista - Segurança e Proteção Civil - a que cada um de nós tem direito enquanto cidadãos deste país - Portugal -, que tanto amamos: a nossa segurança física e a dos nossos bens e pertences.
sábado, 2 de setembro de 2017
" Fazenda do café no Uíge ainda faz mexer - todos os dias - o "velho Dias"
![]() |
| Imagem:Internet |
DO DIÁRIO DE NOTICIAS - LUSA de 19 de agosto de 2007" - para este blog, faço-o lembrando-me dos velhos pioneiros d'aquém e d'além mar que, destemidamente, entraram nas matas e desbravando-as fizeram brotar daquelas terras - do Norte de Angola - estas pequenas bagas rubras que valem ouro.
__________________
"Às primeiras horas do dia Joaquim Dias faz-se à estrada, sete quilómetros a pé, a caminho da pequena fazenda de café nos arredores da cidade do Uíge, que possuiu desde a saída dos colonos portugueses de Angola, em 1975, rotina inalterada, mesmo com 85 anos.
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
LAS RAMBLAS
![]() |
| ESPANHA: Foto da Internet |
Aos nossos irmãos ibéricos em geral e a Barcelona em particular a nossa solidariedade; aos feridos um abraço fraterno e que se restabeleçam rapidamente; às famílias que perderam os seus familiares os nossos sentidos pêsames; e aos que partiram, que as suas almas descansem em paz.
terça-feira, 15 de agosto de 2017
MAIS UMA TRAGÉDIA
GUERA AOS DRONES!!!
![]() |
| Foto:Internet |
O povo quando vota. fá-lo com a intenção de vos outorgar o poder de o governar (a todo o poder político). Ora, quando há na sociedade pessoas que, consciente e irresponsavelmente, atentam contra a segurança da comunidade, torna-se evidente a necessidade de se tomarem medidas drásticas para pôr cobro a tais desmandos.
Têm acontecido, ultimamente, vários incidentes por causa desses irresponsáveis ; mas, recentemente, ocorreram dois casos, de tal modo graves, que obrigaram duas aeronaves a abortarem a aterragem e uma delas a ter de divergir para o Porto. Tal vai a desfaçatez da brincadeira!
E, já agora, um exemplo radical a quem de direito: o exército, dos EUA, foi autorizado a abater todos os DRONES que estejam a voar em locais proibidos! Por uma vez estou de acordo com o Sr. Presidente! Para grandes males, grandes remédios. De uma coisa estou certo: de incidente a incidente, o acidente é inevitável. Agir já, para não termos de nos lamentar amanhã.
terça-feira, 8 de agosto de 2017
O BREXIT A INGLATERRA E A UNIÃO EUROPEIA
![]() |
| Imagem retirada da Internet |
quarta-feira, 12 de julho de 2017
TANCOS
![]() |
| Foto: Internet |
terça-feira, 11 de julho de 2017
EM AVEIRO FOI ASSIM/2017
![]() |
| AVEIRO sempre bela |
![]() |
| VELHOTES, MAS MUITO FRESQUINHOS AINDA |
![]() |
| PRATO VAZIO NÃO ENCHE BARRIGA |
![]() |
| AGUETEM QUE O RANCHO JÁ AÍ VEM |
![]() |
| VAIDOSOS |
![]() |
| DISCURSO DE BARRIGA VAZIA, NÃO. |
![]() |
| QUEM ESPERA SEMPRE ALCANÇA |
domingo, 18 de junho de 2017
TRAGÉDIA EM PEDRÓGÃO GRANDE
![]() |
| Foto: Internet |
![]() |
| Foto: Internet |
quinta-feira, 15 de junho de 2017
NOTÍCIAS DO SONGO
quinta-feira, 1 de junho de 2017
UMA QUESTÃO DE RELÓGIO!!!
![]() |
| Foto: Internet |
quarta-feira, 24 de maio de 2017
terça-feira, 11 de abril de 2017
25 DE ABRIL DE 1974
![]() |
| Foto: 25 de Abril 1974 - Internet |
A guerra colonial constituiu a motivação dominante do MFA para conceber e preparar um golpe de estado contra o regime. O golpe de Estado obedeceu a um planeamento muito cuidadoso e a execução de grande eficácia, baseada em princípios militares muito simples (surpresa, coordenação e concentração de forças)
O sinal utilizado pelos golpistas foi uma canção de José Afonso "Grândola, Vila Morena", transmitida pela rádio Renascença. Estava assim iniciada a revolta.".
Com Costa Gomes na Presidência da República não diminuíram as preocupações com a descolonização e, em especial, com a resolução do caso de Angola.
O processo de negociações conheceu várias frentes, desenvolvendo-se essencialmente em torno de acções da Presidência da República, do ministro Melo Antunes, do ministro dos negócios estrangeiros e das autoridades portuguesas de Angola. Neste período, uma primeira frente de conversações desenvolveu-se em direcção à FNLA, a partir de Kinshasa, onde esteve presente uma delegação portuguesa em 11 e 12 de Outubro, prosseguindo estas conversações, alguns dias depois, em Luanda. Ainda durante o mês de Outubro, no interior de Angola, encontraram-se delegações de Portugal e do MPLA, vindo a ser acordado um cessar-fogo.
Entretanto, várias diligências ao nível diplomático e político procuraram desbloquear algumas desconfianças mútuas e várias dificuldades práticas, até poder ser anunciado, os últimos dias do ano, uma cimeira dos três movimentos em Mombaça, preparatória de uma plataforma comum perante o Governo português. Efectuada esta nos primeiros dias de 1975, foi possível dar mais um passo em direcção à assinatura de um acordo global, com realização, no Algarve, de uma cimeira dos três movimentos e de Portugal, entre 10 e 15 de Janeiro. Neste último dia foi assinado o Acordo de Alvor, que definia um modelo de transferência de poderes e criava os instrumentos-base do entendimento mútuo e do esforço comum no sentido de Angola se tornar num Estado independente a partir de 11 de Novembro de 1975. Contudo, os interesses brevemente silenciados não tardaram a fazer-se ouvir, desfazendo em migalhas as esperanças de Alvor. Sem que a data da independência tivesse sido posta em causa, o edifício constitucional laboriosamente construído durante as conversações acabou rapidamente por ruir.”.
-
PARA VER MAIS CARREGUE AQUI: Passados quarenta anos, este grupo de amigos, digo bem, amigos, juntaram-se, em mais um convívio, desta fe...
-
Ao celebrarem mais um aniversário da sua independência o povo angolano está de parabéns. Com a chegada do advento da paz, depois ...
-
JANELA DO CAPÍTULO DO CONVENTO DE CRISTO OBRA-PRIMA DO ESTILO MANUELINO Foto do autor

























