quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Os Songuenses a olharem mais longe



CONSTRUINDO O FUTURO

Segundo a ANGOP - Sessenta e um jovens terminaram quarta-feira, no Pavilhão de Artes e Ofícios na Vila de Songo, um curso profissional (de nove meses) nas áreas de carpintaria, eletricidade e mecânica. É desta forma que se vão formando os novos construtores desta terra cheia de potencialidades. 

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

BILHETE POSTAL


O 3º PELOTÃO DA CART 6553/73
Todas as manhãs a Companhia formava na parada, para se apresentar ao seu Comandante.
Aqui o 3º pelotão enquadrado pelo Furriel Fernando Matos Silva (sem bigode), enquanto aguarda a chegada do Capitão - Manuel Freitas Gonçalves - 73/75 no Songo em Angola.

segunda-feira, 29 de março de 2010

ALOQUETE

Já chega de maka, de guerra e de morte.

Agora quero paz. Paz para sempre.

— Aloquete

Estava uma tarde escaldante. Debaixo de uma enorme mangueira, abrigavam-se da canícula quatro homens. Entre eles estava o Aloquete — um trabalhador assalariado ao serviço do quartel, um pouco mais velho do que nós, andaria pelos vinte e seis anos. Eu, que nesse dia estava de sargento de dia, aproximei-me e meti conversa, ou melhor, meti-me na conversa.

O grupo discutia uma mensagem que o quartel havia recebido, uns dias antes, do Governador e Comandante-Geral de Angola, cujo conteúdo era o seguinte:

«Informar as populações autóctones que tivessem tido lavras anexadas pelas fazendas dos colonos que apresentassem queixa nas administrações civis ou nos quartéis, a fim de estas lhes serem devolvidas.»

Pelo que me apercebi, só o Aloquete tinha sido vítima dessa situação e perguntei-lhe:

— Então, Aloquete, também te anexaram lavras?

— Sim!

— E já foste apresentar queixa?

— Não!

— Não? Porquê?

— Não vale a pena! — respondeu, resignado.

— Conta-nos lá isso.

E o Aloquete contou-nos então a seguinte história:

«Um dia apareceu na nossa aldeia, no Quimacuna. Era eu pequenito, tinha oito anos e era o mais velho de quatro irmãos, todos rapazes. O Sr. (chamemos-lhe) António foi chamar o meu pai lá a casa para este ir ao Sr. Administrador, no Songo.

Era hábito, naquela altura, quando um branco dizia que o preto tinha de ir ao Sr. Administrador, ter mesmo de ir. Mas o pai, antes de partir, chamou-nos — a mim e aos meus três irmãos — e disse-nos:

“O Sr. António está a dizer que o pai tem de ir ao Sr. Administrador, mas é mentira. Ele quer é ficar com as nossas lavras. Penso que me vai matar e atirar ao rio Lucunga. Mas, antes de o pai ir, quero que saibam que as nossas lavras ficam nos sítios X e Y. Há de vir um dia em que vocês vão poder falar e, nessa altura, elas voltam para ti e para os teus irmãos.”

Ele falava para mim por eu ser o mais velho. Depois abraçou-nos, despediu-se da minha mãe, que chorava encostada à porta e, por fim, subiu para a caixa da Toyota do Sr. António.»

O Aloquete fez uma pausa, fixou o olhar em mim e disse:

— A verdade é que até hoje o meu pai nunca mais apareceu! E nós deixámos de ter lavras. Estão lá, integradas na fazenda do Sr. António.

— Então, com esta história, de que estás à espera para ires apresentar queixa e reaveres o que é teu e dos teus irmãos? — perguntei, intrigado.

— Não vale a pena! Sabe? Os meus pais já morreram e já não voltam. Os meus irmãos foram para Luanda e eu também estou a pensar ir para lá. De maneira que não vale a pena. Já chega de maka, de guerra e de morte. Agora quero paz. Paz para sempre — concluiu o Aloquete.

Senti-me verdadeiramente pequeno perante a grandeza daquele homem, perante a sua extraordinária capacidade de perdoar e a sua inabalável vontade de fazer a paz.

Olhei-o nos olhos e disse-lhe:

— Uma vez que pensas assim, quem sou eu para te dizer o que deves fazer? E, já agora, o que pensas acerca do futuro de Angola?

— Olhe, Furriel, as coisas não vão mudar assim tanto para o povo. Quem tem dinheiro vai ganhar ainda mais; quem é pobre vai continuar a ser pobre. Como vê, não tenho grandes ilusões, mas fico contente por Angola ser independente.

— Então, quando chegar a altura das eleições, vais votar na FNLA? — perguntei, abelhudo.

— Não. Na FNLA, não. Nunca. Sabe, o povo não esquece que, quando a FNLA começou a luta armada, matou de igual modo brancos, pretos, mulheres e crianças. Roubou e saqueou tudo, sem olhar a nada nem a ninguém. Fez uma razia. Isto o povo não esquece. Como também não esquece que a UNITA foi criada, ou pelo menos ajudada, pela PIDE. Estas coisas ficam marcadas na cabeça das pessoas e elas não esquecem. Assim, para responder à sua pergunta, quando chegar a hora vou votar no MPLA.

— Mas é estranho. Foi a FNLA quem começou a guerra de libertação e quem lutou sempre aqui, no Norte de Angola. Era normal que a generalidade das pessoas votasse neles — insisti.

— Sabe, meu Furriel, há erros que, uma vez cometidos, nunca mais se conseguem remediar. A FNLA cometeu um grave erro no início da luta armada, ao matar os pretos que trabalhavam para os brancos e ao saquear as aldeias. Quando houver eleições, o MPLA vai ganhar. Pode ter a certeza.

O mundo seria bem diferente se todos pensássemos como o Aloquete! Porém, é da natureza humana: o homem é capaz de ser generoso e também do seu contrário. Mas são homens como este, dignos, que merecem a nossa admiração e o nosso respeito.

sábado, 6 de março de 2010

Fotografia: José Bule

José Bule/Uíge - 01 de Março, 2010
In Jornal de Angola, Online

População do Songo não cruza os braços

Apesar das inúmeras dificuldades a população do Songo arregaçou as mangas e está apostada em dar nova imagem à região.
"O desenvolvimento de qualquer localidade depende das vias de acesso", disse Costa Manuel, administrador municipal do Songo, tendo solicitado das autoridades competentes um maior apoio para que a estrada seja reabilitada o mais rápido possível.
A administração municipal do Songo já tem definidas as prioridades para desenvolver a localidade. Agricultura, reabilitação das vias de acesso, água e energia eléctrica são as grandes apostas do administrador Costa Manuel.

Agricultura

A população do Songo é maioritariamente camponesa. A mandioca, jinguba, milho, batata-doce, batata rena, feijão, banana, manga, gergelim, muteta, tomate, couve e cebola são os produtos mais cultivados na região.
O município controla um total de 909 cafeicultores, que, em 2009, promoveram acções de comercialização que atingiram cerca de 300 toneladas de café mabuba. No ano passado foi cultivada uma área de cerca de 179.544.5 hectares. A produção atingiu 304.942 toneladas. Sobre os níveis de produção, o sector tradicional foi o que mais contribuiu, com 88.982 toneladas.
A rede comercial é composta por 109 estabelecimentos, como lojas, armazéns, talhos, peixarias e farmácias, mas a maioria não funciona. Apenas 38 estabelecimentos comerciais, sendo 32 lojas, um armazém e cinco farmácias funcionam de forma regular no município.
No ano passado o Programa de Intervenção Municipal (PIM) permitiu a reabilitação, ampliação e apetrechamento dos edifícios da administração municipal e comunal. As residências do administrador municipal e da sua adjunta, para além da residência do administrador comunal, também foram reabilitadas e devidamente apetrechadas.

Energia eléctrica

A vila do Songo não tem energia eléctrica. Os habitantes recorrem aos meios alternativos, geradores, para terem energia nas suas casas e poderem ver os seus electrodomésticos funcionarem.
O problema da energia já se arrasta há mais de quatro anos. Em 2007 o município beneficiou de um gerador de 600 kva para abastecer a vila. Até hoje a empresa encarregue de fazer as ligações domiciliárias e substituir a antiga rede de distribuição, já obsoleta, não dá por concluído os trabalhos de restauro, aliás, há muito que os trabalhadores da mesma não aparecem para continuarem com as obras de restauro.
Costa Manuel, administrador municipal, disse que a energia constitui uma das prioridades, “pois o desenvolvimento do município depende deste bem”. Na localidade, foram colocados 351 postos de iluminação solar, que no período nocturno dão vida à vila, permitindo a circulação normal dos seus habitantes.

Água potável

Songo não tem água potável. A população consome água das cacimbas e dos rios, facto que contribui no surgimento de várias enfermidades, como são os casos das doenças diarreicas.
Tal como em relação a energia eléctrica, o administrador municipal, Costa Manuel, aguarda que haja disponibilidade financeira para que se possa fazer obras de restauro da antiga rede de distribuição de água, substituindo-a por uma nova, e alargando a rede para os bairros que circundam a vila.
Costa Manuel avançou à reportagem do Jornal de Angola que já existe um projecto de abastecimento de água por sistema de gravidade. O rio manzau, localizado a cerca de 15 quilómetros da sede municipal, vai sustentar o projecto.

Faltam escolas e professores

Onze mil e 243 é o número de alunos matriculados no presente ano lectivo. Deste número, cerca de 8.586 frequentam o ensino primário, 2.232 estão no ensino secundário. No II ciclo existem 425 alunos matriculados e pelo menos 245 adultos frequentam aulas de alfabetização.
O administrador municipal do Songo referiu que o município necessita de 245 salas de aulas, para descongestionar algumas escolas e permitir o enquadramento de mais alunos. Costa Manuel avançou que as novas salas devem ser construídas nas localidades de Lucala de cima, Kimalalo, Caricari, Kihinda, Macali, Cambale, 4 de Fevereiro, Kifuati, Kiangala, Kingonga, Kibala, Kiniangui, Kimenongue, Kinzau, Kicalanga, Puco, Pemba, Dibala, Kavunga, Quipemba, Zulumungo, Matenda, e na escola denominada “Tocoísta”.
Dos 776 professores colocados no município, 552 têm o nível básico, 201 são técnicos médios, 13 técnicos superiores e dois licenciados. O município necessita de mais de 200 professores, entre técnicos médios e superiores, para melhorar a qualidade do ensino na região.
Em relação à distribuição da merenda escolar, as escolas do Kimalalu, Kambal, Kiangala, Mbanza Luanda 1º, Mbanza Luanda 2º, Kassalamba, 1º de Maio, Zulumungo, 117, Kifuata, 4 de Fevereiro, Mbau 2º, e Tocoísta, que somam no total mais de cinco mil crianças, beneficiam deste programa.
Noutras escolas a merenda não chega devido a intransitabilidade das vias de acesso.

Também faltam enfermeiros

A rede sanitária é composta por um hospital municipal, um centro e 14 postos de saúde. Um novo posto de saúde está a ser construído de raiz, na localidade de Kavunga. A chefe de repartição municipal da Saúde, Elisa Mateus José, informou ao Jornal de Angola que a maioria dos postos de saúde não funciona por falta de enfermeiros. “Apenas cinco postos de saúde funcionam regularmente”, disse.
A responsável avançou que três médicos e 61 enfermeiros trabalham no município. Mas, segundo a fonte, Songo necessita de pelo menos mais dois médicos e 100 enfermeiros, para que o quadro sanitário seja melhorado.
No ano passado, o hospital municipal registou um total de 1.885 consultas externas, 1.366 consultas de pediatria, 386 de ginecologia, 101 de pré-natal, e 498 intervenções cirúrgicas. Foram também efectuados 208 partos na referida unidade hospitalar.
A malária, diarreias, tosses e as doenças respiratórias são as mais frequentes na região.
Songo tem uma extensão territorial de 2.800 quilómetros quadrados e uma população estimada em 36.798 habitantes. Localiza-se a 40 quilómetros a Norte da província do Uíge, fazendo limites a Norte com os municípios da Damba e Bembe, a Este com o Mucaba, a Oeste com Ambuíla e ao Sul com o município do Uíge.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

ADMIRAÇÃO E RESPEITO PELAS GENTES DO SONGO





ADMIRAÇÃO E RESPEITO 

Homens destemidos, os colonos que um dia ousaram deixar para trás o pequeno torrão lusitano e partiram à aventura, oceano adentro. Com coragem, ousadia e espírito pioneiro, desembarcaram na imensidão de um território desconhecido, de selvas virgens e povos culturalmente diferentes e, bem lá a Norte, fixaram residência. Desbravaram matas e rasgaram a terra para nela plantarem e cultivarem o seu sustento; construíram aldeias, vilas e cidades; montaram serviços e indústrias.


No início dos anos setenta, no Songo, como nas outras cidades, vilas ou lugarejos de Angola, existiam duas comunidades que, embora distintas por várias ordens de razão — que não cabe aqui dissecar —, levavam vidas simples e de trabalho. De resto, uma vida semelhante à das pessoas das nossas aldeias. É como diz o ditado: «Quem vê o seu povo, vê o mundo todo.»


Esta gente cultivou o café e fê-lo como ninguém. A eles se devem as altíssimas produções que Angola alcançou no ranking mundial, mesmo em tempos de guerra. Os homens do Songo, ao final de mais um dia de labuta, passavam por um dos cafés, locais de convívio social masculino, e aí, enquanto bebiam uma cerveja, punham a conversa em dia e trocavam informações. Depois do jantar, era quase um ritual: sempre que havia cinema — e havia-o três vezes por semana —, iam ver a última novidade em cartaz com as suas esposas e filhos, desde que estes tivessem idade para tal.


As mulheres destes homens — nunca o perguntei, porém estou certo de que, na maior parte das vezes, foram elas que incentivaram os seus maridos a ousarem, a irem em frente! Elas são assim. Ocupavam-se das casas e da educação dos filhos, embora a maioria tivesse criados para as lides domésticas, cuja gestão lhes cabia naturalmente.


Os homens autóctones caçavam, recolhiam frutos, mel e tratavam do gado, quando o tinham. Alguns, poucos, já davam uma mãozinha às mulheres nas lavras; este trabalho era, ancestralmente, considerado doméstico. Outros, ainda menos, trabalhavam num ou noutro emprego, no comércio da vila ou em serviços subalternos. Era frequente, ao final da tarde, juntarem-se na sanzala, à roda da sombra que uma generosa e frondosa árvore lhes oferecia, para conversarem. Bebiam marufo, ou maluvo, enquanto trocavam informações e tratavam dos assuntos que diziam respeito à comunidade. Alguns homens, pouquíssimos, os que tinham dinheiro, também iam ao cinema. Aqui, as mulheres não os acompanhavam; ficavam em casa.


Durante o dia, as mulheres destes homens tratavam das habitações, dos filhos, do pilão, das refeições, da criação e das lavras, onde cultivavam a mandioca, a batata-doce, o milho, o feijão e a jinguba. São — julgo que ainda hoje assim é — dignas de se verem ao pilão ou de sachola na mão, a cavar, sempre com os seus bebés às costas, envoltos nos tradicionais panos africanos. As crianças, em contacto com o corpo da sua néngua (mãe), sentem-se seguras, não choram e até dormem, embaladas pelo balancé ritmado das mães, sempre que levantam e baixam o tronco para potenciar o golpe com que as sacholas sulcam a terra. Quando os filhos têm fome, as mães puxam-nos para debaixo do braço e, sem os tirarem dos panos, dão-lhes de mamar. Espantoso é que, depois de um dia árduo de labuta, estas mulheres ainda encontrem forças para cantar e dançar, sempre que socialmente lhes é exigido.


Com pequenas cambiantes de ordem cultural, estas mulheres são muito semelhantes às mulheres das nossas terras. Lá como cá, verdadeiras heroínas, traves-mestras das casas. Mulheres.


Não o sabiam quando ousaram partir, mas quis a desditosa vida que, um dia, voltassem a deixar tudo o que haviam construído e regressassem à pátria-mãe. E, cá, com a mesma coragem, ousadia e determinação, de novo se erguessem e reconstruíssem as suas vidas.


O mesmo oceano que um dia levou os nossos conterrâneos e os juntou aos africanos trouxe-os agora, a uns e a outros, embora em proporções diferentes e, mais uma vez, os reuniu, contribuindo para o desenvolvimento nacional.


É por tudo isto que aqui deixo estas singelas palavras de homenagem a esta gente, digna do nosso respeito e da nossa admiração.

domingo, 21 de fevereiro de 2010


TRAGÉDIA NA MADEIRA!


É assim! Quando menos esperamos a tragédia bate-nos à porta. Ontem o horror trágico no Haiti; hoje a tragédia na Madeira.
O povo português mobiliza-se para apoiar os nossos concidadãos nesta hora de aflição, de resto como sempre faz em situações destas.
Porém, o auxílio imediato, sempre necessário, não chega para repor a normalidade de todos quantos perderam os seus haveres, especialmente as suas casas e infra-estruturas. É a pensar no dia de amanhã que aqui deixo uma sugestão: a todos os portugueses que estão a pensar fazer férias no estrangeiro, num gesto de solidariedade para com os madeirenses, mudem o roteiro e façam-nas este ano na Madeira!
Com esta atitude, que me parece simples, contribuiremos decisivamente para alavancarmos a economia local (e nacional) e, assim, prestaremos uma ajuda determinante para a reconstrução desta nossa pérola do Oceano Atlântico.
Foto: Internet

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

NOTICIAS DO SONGO


NOTÍCIAS DO SONGO

A Rádio N’gola Yeto informa que:
MINARS continua a apoiar no Uíge

21-01-2010
A directora provincial da Assistência e Reinserção Social no Uíge, Adelina Pinto, garantiu quarta-feira, no município do Songo, província do Uíge, o apoio em chapas de zinco para a construção de casas para os angolanos expulsos da RDC.
Falando no acto de entrega de produtos de primeira necessidade aos 1.253 regressados da RDC reassentados no Songo, a responsável disse que o MINARS, além de apoiar com produtos alimentares e outros bens vai, nos próximos dias, entregar chapas de zinco à população.

Adiantou que se espera que a administração municipal possa distribuir terrenos de construção dirigida para casas para os regressados, a fim de melhor assegurar as suas condições de acomodação.

Adelina Pinto encorajou igualmente os regressados no sentido de se engajarem no fabrico dos adobes e na agricultura, com vista ao combate à fome e à pobreza.

No fim do acto, a responsável procedeu à entrega de produtos diversos aos 1.253 angolanos, como fuba de milho, arroz, sabão, feijão, óleo alimentar, enxadas, catanas, cobertores, pás, machados e outros bens.

Os deficientes físicos receberam também do MINARS um donativo composto por cadeiras de rodas, kits de sapataria, de barbearia, de sapataria, de engraxador e linhas de costura.

INSTANTÂNEOS DA NATUREZA

Bela Vista – Cabo Verde