quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

DE DÁ-VOS PARA O MUNDO

Imagem: IA


Hoje, no World Economic Forum:

Trump disse que não vai usar “a força” em relação à Gronelândia.  


A Europa e o mundo registaram.


Discursos longos não são sinónimo de clareza.

Os de Trump lembram os de Fidel Castro: intermináveis.


E volta à memória a frase do rei Juan Carlos, na Cimeira Ibero-Americana:

¿Por qué no te callas?


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

DEMOCRACIA: É AGORA QUE SE ESCOLHE

 

A CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA é clara: Portugal é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo político, no respeito pelos direitos fundamentais e na separação de poderes.


É este o critério. Tudo o resto é ruído. 

Compatriotas, chegou a hora da verdade.

Há dois candidatos. Dois caminhos. Sem zonas cinzentas.

Ou quem assume estes valores e se compromete a respeitá-los e a fazê-los cumprir.

Ou quem os usa como máscara para os deturpar e subverter — “três Salazares”, lembram-se?

Portanto, caros eleitores, acabou o tempo dos taticismos. É tempo de coragem.

De todos, todos, todos.

Ou Seguro, ou André.

A democracia não se relativiza. Escolhe-se. Com o voto.


segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

O REI E SENHOR ABSOLUTO

Imagem criada pela IA


O mundo ocidental entrou em ebulição, acicatado pelo xerife-mor.


Trump ordena aos seus militares a invasão da Venezuela e a prisão do Presidente — não sabemos se legítimo ou ilegítimo, isso cabe exclusivamente ao povo venezuelano averiguar e decidir. De seguida, afirma que poderá fazer o mesmo à Colômbia, Cuba, México, Irão, Canadá e Gronelândia, acrescentando mesmo: “iremos fazê-lo a bem ou a mal, quer gostem, quer não gostem”.


Perante este cenário, o mundo político acobarda-se e dobra-se à vontade de quem proclama: “quem manda sou eu”.


Assim, os três grandes consolidam o domínio das suas áreas de influência, quase em tom de escárnio: a China, a Rússia e, claro está, a América.


Quanto à Europa, que em tempos receou o federalismo e um exército comum, permanece em silêncio — com exceção da Espanha. Falta-lhe força, falta-lhe estratégia e, por isso mesmo, não é ouvida nem tida em conta. Não conta.


As diferenças de linguagem entre os três grandes são reveladoras: à invasão da Ucrânia, Putin chamou “operação militar especial”; à invasão da Venezuela, Trump chamou “operação brilhante”; à ameaça sobre Taiwan, Xi afirma que “nunca renunciará ao uso da força”.


Não conhecemos pessoalmente nenhum destes homens, mas aquilo que dizem e fazem conduz-nos inevitavelmente a uma palavra: loucura. E quando a loucura ocupa o poder, os perigos multiplicam-se.


Eles avançam. Nós observamos. Até quando, Senhor, até quando?


sábado, 10 de janeiro de 2026

EM TEMPO DE ELEIÇÕES:

 UM PRESIDENTE-REI, SERÁ?, NÃO!


Em tempo de eleições presidenciais (em Portugal), aparentemente atoladas em discursos políticos rasteiros, importa navegar à bolina na lucidez mui rara - sem ardis e sem berreiros papalvos e nem fiapos de conhecimento mal atado - do pensamento de Agostinho da Silva.

Adendacom memória memória e memória; e ainda e também.

PS: CÓPIA DE ROTINAS INTELIGENTES (blogue)

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS 2026

TODOS A VOTOS

A fragmentação do voto só serve os interesses da direita. E, pior do que isso, pode acontecer uma de duas coisas: que ganhe a direita ou, ainda mais grave, a extrema-direita.


Atenção, eleitores:

Nunca como hoje a concentração de votos foi tão decisiva.


Pensemos bem antes de votar.

Imagem: Internet 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

MENSAGEM DE ANO NOVO AO POVO DA RÚSSIA

Imagem: IA
Sejam corajosos.

Digam a Putin que querem ser felizes — mas não a todo o custo.


Digam-lhe que não querem ver os vossos filhos morrerem ou ficarem estripados numa guerra que não escolheram.

Que não querem ver vizinhos mortos, estropiados, desalojados, sem casa, sem futuro.


Digam-lhe que não aceitam ver cidades destruídas por armas que ele manda construir, gastando rios de rublos que, esses sim, poderiam fazer o povo feliz: em escolas, hospitais, cultura, dignidade.


Digam-lhe que querem paz.

Paz, paz, paz — não só para os russos, mas também para os ucranianos, palestinianos, israelitas, sudaneses e todos os povos do mundo.


A felicidade não nasce da força, nem do medo, nem das ruínas.

Nasce do respeito pela vida.


Sejam felizes com todos os povos do planeta — nunca contra eles.

DE DÁ-VOS PARA O MUNDO

Imagem: IA Hoje, no World Economic Forum: Trump disse que não vai usar “a força” em relação à  Gronelândia.   A Europa e o mundo registaram....