sexta-feira, 18 de outubro de 2019
ABSTENÇÃO
domingo, 13 de outubro de 2019
AJUDAS DO ESTADO/DO POVO, A QUEM SERVEM?/ OPINIÃO
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| Imagem retirada da Internet |
É altura então de se fazer alguma reflexão sobre a questão dos subsídios, apoios do Estado e donativos solidários do povo para ajudar as pessoas a resolverem as situações dolorosas causadas pelas intempéries.
Algumas questões, pertinentes, que as pessoas vão dizendo à boca pequena, mas que não têm coragem de o verbalizar alto e bom som. Não porque sejamos mais corajosos do que os demais, não. Mas por entendermos que o devemos fazer para ficarmos em paz com a nossa consciência.
Indo diretos ao assunto, não nos parece justo que sempre que acontece uma desgraça provocada por uma qualquer intempérie, mais ou menos trágica, os contribuintes tenham que acorrer a ajudar a solucionar os infortunados a (re)construir as suas casas e ou os seus negócios.
Existem, hoje, formas na sociedade para prevenir estas situações físicas - os Seguros.
Se quando fazemos um empréstimo para comprar casa, somos obrigados a fazer um seguro, pergunto: porque razão isto não é obrigatório para todos os proprietários? Desta forma ficaremos todos em igualdade e, melhor, protegidos sem sobrecarregar ninguém.
A esmagadora maioria das pessoas que possuem propriedade, têm posses para custearem o seguro, e as que não têm posses, que serão uma minoria, a essas sim, o Estado pode e deve pagar-lhe o seguro - aqui justifica-se o subsídio -, nos restantes casos, quer seja habitação, agricultura ou indústria, não. Isto é já um choradinho desbragado e irritante.
Então no que à agricultura respeita, até repugna. Se chove, o Governo tem que dar um subsídio; se não chove, ai, ai, o Governo tem que dar um subsídio; se faz calor, o Governo já está atrasado no apoio aos agricultores, venha de lá esse subsídio; se faz vento, ó Primeiro-ministro, então esse subsídio, vem ou não vem? Irra que nunca ouvimos dizer - tivemos uma boa colheita, toma lá ó Governo, desta vez somos nós a dar um subsídio. T’á quieto, toma lá é um manguito, e venha de lá esse subsídio, subsidio, subsidio... Será que não se arranja um subsídio para subsidiar o subsídio?
Há aqui uma desigualdade de tratamento que nos parece injusta. E julgamos não ser procedente virem com o argumento, bem português, de coitadinhos, porque as intempéries não se podem prevenir ou evitar, é a natureza. Mas os danos por elas provocados - as perdas materiais -, ah, essas podem, sim. Pensamos até que, com esta medida - a obrigatoriedade do seguro, como com os veículos -, se acabava com este espetáculo degradante dos chicos-espertos e dos corruptos, criando-lhes aqui uma barreira à sua ganância avarenta e pegajosa.
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
RECORDAR A CART 6553/73
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
MAIORIA ABSOLUTA... SIM OU NÃO?
Este tipo de atitudes, a par de outras, faz com que os eleitores se desmotivem e muitos acabem por não exercer o seu direito/dever democrático de votar.
PS: Este post já havia sido publicado, mas apaguei-o sem querer, assim, e porque continua atualíssimo, volto a colocá-lo.
sábado, 24 de agosto de 2019
PCP - BEM PREGA FREI TOMÁS...
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
SINAIS DOS TEMPOS... SERÁ?
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| Imagem retirada da Internet |
Há certos períodos do tempo em que as coisas parecem estar ao contrário — de cabeça para baixo e de pernas para o ar: a verdade é mentira e a mentira é verdade; o bem é o mal e o mal é o bem; quem atira a primeira pedra é vítima e quem se defende é agressor; o justo passa por injusto e o injusto pelo seu contrário. Enfim, e por aí fora.
Vem isto a propósito de alguns desconchavos que estão a ocorrer, nestes dias ensolarados e quentes, no nosso cantinho lusitano.
O líder do PSD, Rui Rio, antes e depois de ter sido eleito, tem sido sistemática e violentamente atacado, não pelos outros partidos — o que seria normal e até expectável —, mas pelos seus próprios pares. Alguns têm-se comportado como verdadeiros vilões, numa permanente tentativa de lhe fazer a «folha».
Agora, porém, que o líder do partido — PSD, literalmente «partido», diga-se — tem a oportunidade de escolher a equipa que, com ele, irá fazer oposição ao futuro Governo, se não forem eles próprios a formar Governo, eis que o batalhão do bota-abaixo passa para outra frente: através dos media e, muitas vezes, com a ajuda destes, tenta fazer chegar à opinião pública a ideia de que o verdadeiro vilão é o próprio líder.
O que é que está mal nesta equação?
Não será justo que alguém que tem estado sujeito a um combate político sem tréguas — oposição cerrada, facas longas, traições e não sei que mais — tenha o direito de escolher aqueles com quem quer trabalhar e de afastar quem, reiteradamente, lhe tem demonstrado falta de lealdade?
Ou somos nós que estamos a ver o filme ao contrário?
Ou será que isto faz simplesmente parte dos tempos?
«Traição e rebelião — haverá divisões e lutas até dentro de famílias.» (Mateus, 24). Estão lembrados?
Em época de incêndios, aconselha o bom senso que se fale pouco e se atue mais. Mas não será igualmente justo que uma pessoa, mesmo sendo Ministro, depois de ter sido atacada — para não dizer difamada —, venha a terreiro repor aquilo que entende ser a verdade dos factos?
No que respeita à Proteção Civil, existe uma hierarquia de responsabilidades. A primeira linha de defesa pertence, nos termos da lei, às autarquias: limpeza de caminhos, abertura de aceiros, meios de combate aos incêndios, ativação da Proteção Civil local e demais medidas de prevenção e resposta.
Perante a gravidade de uma ocorrência e a impossibilidade de lhe fazer face com os meios disponíveis, o responsável local solicita a intervenção da autoridade superior, regional ou distrital. E esta, por sua vez, se considerar que não dispõe dos meios necessários, solicita apoio nacional.
Há, portanto, uma cadeia de responsabilidades. E, na sua base, estão os autarcas.
Por tudo isto, embora se reconheça que um governante deve manter contenção verbal, não nos parece incompreensível que venha a terreiro — utilizando, aliás, os mesmos meios de comunicação de quem o atacou — para repor a verdade dos factos.
O que também não entendemos é a razão pela qual alguns jornaleiros — alguns, muitos, demais — e certos comentadores de pantalha andam numa azáfama permanente a tentar convencer-nos de que o direito não é o «direito», mas o seu avesso.
É difícil não ver neste frenesim mediático uma forte componente ideológica. Há profissionais da opinião que parecem ter esquecido que a sua principal função deveria ser informar, investigar e questionar com independência e rigor. Ser jornalista não deveria significar ser militante de uma causa, de um partido ou de uma visão particular do mundo.
O jornalista deve ser mediador da palavra, não seu dono; deve ajudar o cidadão a compreender os factos, não dizer-lhe previamente aquilo que deve pensar.
Talvez por isso o descrédito que hoje atinge os políticos esteja, pouco a pouco, a atingir também aqueles que se apresentam como seus julgadores ou intérpretes. Quando a confiança desaparece, desaparece também a autoridade.
E não será por acaso que os media tradicionais atravessam enormes dificuldades. Cada vez menos pessoas compram jornais, e uma das razões para isso poderá precisamente estar no crescente sentimento de que, em vez de informação, lhes estão a vender uma determinada interpretação da realidade.
E, no que aos fogos diz respeito, há ainda outro facto que nos causa enorme perplexidade.
Não seria melhor concentrar esforços em descobrir, deter e responsabilizar os incendiários, em vez de se andar permanentemente a procurar culpados entre os governantes e os autarcas?
E, pior ainda, não será profundamente injusto transformar em alvo de críticas aqueles que estão na linha da frente — os bombeiros, os militares da GNR e das Forças Armadas —, homens e mulheres que tão abnegadamente dão tudo o que têm e, por vezes, até a própria vida, para nos defenderem e protegerem os nossos bens das catástrofes que nos atingem?
É fácil falar quando se está sentado numa cadeira, diante de uma televisão, a comentar o trabalho de quem, naquele preciso momento, está a entrar num incêndio.
Atenção, nós, povo: não nos deixemos enganar pelos falsos arautos, sejam eles políticos, comentadores ou pretensos donos da verdade.
Sejamos resilientes. Pensemos. Meditemos antes de agir.
Mas não fiquemos indiferentes.
Ajamos, sempre, com discernimento
quarta-feira, 17 de julho de 2019
A RECORDAR O PESSOAL DA CART 6553/73
Da esquerda para a direita: Mário Pinto, Pedro, Manarte e Sousa.
Há coisas que só a juventude consegue fazer: transformar momentos adversos em momentos de alegria, esta é uma delas, como se vê por este rosto sorridente de quem faz 22 anos! Julgamos não nos enganarmos, se dissermos que, aqui, se comemorava o aniversário do Pedro. Que se ergam as taças em brinde - sim, agora somos mais finos, taças e não canecos!!! -, por muitos anos cheios de saúde.
Repomos este post para homenagearmos o nosso camarada Mário Pinto, força amigo, um abraço especial e rápidas melhoras.
PS: se alguém reconhecer o camarada que está de perfil à direita do Mario Pinto, que entre em contacto para incluirmos o seu nome.
Está escrito no firmamento
O plano da América trumpista vai ao encontro de tudo o que Putin deseja. É estranho — é até bizarro — que o invasor de um país soberano seja...
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Da esquerda para a direita, os furriéis: Cândido, Ribeiro e Magalhães O caminho era feito por uma picada larga – chamavam-lhe a «autoestr...
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