terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Olá amigos, é Natal!
Necessitamos sempre de um pretexto para falarmos, ainda que seja a um amigo. Pois bem, vivemos uma quadra propícia a dizer lugares comuns, é verdade, mas não há volta a dar ao assunto; e como eu não sou um génio iluminado aqui vão mais uns quantos lugares comuns.
Comemoramos o Natal – Natividade – isto é, que no ano zero do calendário gregoriano – utilizado na maior parte do mundo e em todos os países ocidentais –, nasceu numa gruta em Belém um menino. De Sua graça Se deu a conhecer ao mundo como Jesus. Este Jesus que viveu pobre e humilde no meio do seu povo pregando a paz, a solidariedade, a igualdade e o amor entre os homens.
Hoje, por ironia dos homens, querem-No substituir por um ‘pai natal’ rico, opulento e consumista. Por isso, a aldeia global em que vivemos está mergulhada em tantos problemas: a pobreza, a fome, a sede, o desemprego, o analfabetismo e as alterações climáticas. Males provocados exactamente pelo capitalismo selvagem, onde meia dúzia de espertalhões sem escrúpulos não olham a meios para meterem ao bolso biliões e, que, para nos distraírem e assim continuarem, nos querem fazer esquecer o exemplo que nos foi dado por Aquele cuja data do Seu nascimento estamos a comemorar.
Votos de um santo e Feliz Natal e que o Novo Ano nos traga sabedoria, para resolvermos os problemas que nos afligem, em diálogo e solidariedade global, para bem dos homens e do Planeta que habitamos.