terça-feira, 15 de agosto de 2017

MAIS UMA TRAGÉDIA

MADEIRA - Foto: Internet
Estamos solidários com os madeirenses em geral e em particular com os feridos, votos de rápidas melhoras; e de luto com as famílias atingidas por mais esta brutal tragédia, a vós, os nossos sentidos pêsames e paz aos que partiram.

GUERA AOS DRONES!!!


Foto:Internet
Agora sim, senhores políticos, podem e devem discutir até à exaustão. Está na hora de tomarem medidas a sério se não querem que um dia destes haja uma catástrofe com um avião.
O povo quando vota. fá-lo com a intenção de vos outorgar o poder de o governar (a todo o poder político). Ora, quando há na sociedade pessoas que, consciente e irresponsavelmente, atentam contra a segurança da comunidade, torna-se evidente a necessidade de se tomarem medidas drásticas para pôr cobro a tais desmandos.
Têm acontecido, ultimamente, vários incidentes por causa desses irresponsáveis ; mas, recentemente, ocorreram dois casos, de tal modo graves, que obrigaram duas aeronaves a abortarem a aterragem e uma delas a ter de divergir para o Porto. Tal vai a desfaçatez da brincadeira!
E, já agora, um exemplo radical a quem de direito: o exército, dos EUA, foi autorizado a abater todos os DRONES que estejam a voar em locais proibidos! Por uma vez estou de acordo com o Sr. Presidente! Para grandes males, grandes remédios. De uma coisa estou certo: de incidente a incidente,  o acidente é inevitável. Agir já, para não termos de nos lamentar amanhã.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

INGLATERRA E A UNIÃO EUROPEIA


Foto retirada da Internet
Sempre foi longo e hesitante o processo de adesão da Inglaterra à então CEE; e para que isso acontecesse (em 1973), foi necessário que este embrião da EU cedesse às muitas exigências do Reino Unido. Isto fez com que a integração europeia marcasse passo durante muito tempo; depois, em 1990, mais um tropeção, a Inglaterra, mais uma vez, hesitante, ficou de fora do tratado de Schengen (só aderiu em 1999).
Mais tarde, e já depois de muitas ameaças, em 2010, O Sr. David Cameron, nas eleições, prometeu fazer um referendo sobre a permanência do Reino de Sua Majestade a Rainha Isabel II, mas não o fez, mentiu, com medo dos danos que uma saída poderia causar ao Reino! E, assim foi, de ameaça em ameaça por parte do Reino Unido e de cedência em cedência da UE, até que um dia, o velho Reino teve de cumprir: convencido – o primeiro-ministro – que o povo diria que não e, nisto, diga-se, foi acompanhado por uma larga faixa do eleitorado jovem que, no dia das eleições, ficou em casa a pensar que os pais resolveriam as coisas por si, porque isto de votar “é coisa de velhos”. Este desinteresse dos jovens pela coisa política é, entre outras, motivada pela superproteção dos pais que lhes proporcionam muito conforto e superabundância, aliada à demagogia dos políticos que tudo prometem sem medirem as consequências para ganharem votos, e fez, no caso inglês, porque deles estamos a falar, esta coisa absurda que foi o BREXIT. Afinal, a tal grande faixa de jovens não queria nem quer e disso deu testemunho nas manifestações que se seguiram e à recente votação e que em larga escala votaram, agora, no Partido Trabalhista, ou como alguns preferem dizer no Sr. Jeremy Corbyn; um pouco atrasados, é verdade, mas nunca é tarde para se emendar um erro.
Tudo isto acontece a um povo que julga de si, ser o mais sensato, inteligente e, consequentemente, superior aos restantes povos.
Mas a verdade é esta Sr.ª May: quem tudo quer, tudo perde, diz o povo cá do meu burgo!
E olhe, cá para mim, que pertenço ao submundo dos do Sul, tenho como certo que Vossas Mercês, ainda voltarão para o concerto da EU. É tudo uma questão de tempo. E quando isso acontecer, recebê-los-emos, nós europeus, de braços abertos e faremos uma festa de grande regozijo.

Um abraço e até breve queridos ilhéus