FOTO BASTANTE INFORMAL
A CAMBADA JUNTOU-SE PARA A FOTO E FICARAM BEM. POR SEREM TANTOS (E JÁ NÃO ME LEMBRAR DO NOME DE ALGUNS), NÃO LEGENDO NENHUM. SE ALGUÉM COM A MEMÓRIA MAIS FRESCA DO QUE A MINHA, OS IDENTIFICAR A TODOS, CONTACTE-ME QUE POREI A LEGENDA.
CART 6553 - SONGO, Angola
segunda-feira, 23 de setembro de 2019
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
MAIORIA ABSOLUTA... SIM OU NÃO?
QUER OU NÃO TER A MAIORIA ABSOLUTA?
É esta a grande questão de jornalistas, comentadores e
políticos na atualidade.
Porque, por mil diabos, tem um político de pedir que não
votem no seu partido?
Então, não é legítimo que todos os políticos que concorrem a
eleições, desejem que a força política a que pertencem recolha o maior número
de votos.
De que vale a um político pedir aos eleitores que lhe deem a
maioria absoluta? Nada. Absolutamente nada. Pois que só a soma dos votos
expressos é que determina se vai haver ou não a maioria absoluta de um partido,
ou de vários partidos.
Ainda estamos para ver um político vir a público apelar para
que só lhe deem 5, 6, 20 ou 39 por cento dos votos. Isto não faz sentido
nenhum. É absurdo. Assim como o é virem, os políticos, a público pedirem para
que não se dê a maioria a um determinado partido, é ridículo e contraditório.
Amanhã, numa outra conjetura e eleição, irão estar a pedir exatamente
que os eleitores lhes deem o maior número de votos ou até mesmo a tal 'maioria absoluta'.
Não entendo a pertinência de tal insistência, não porque não
tenha importância um qualquer partido ter ou não maioria absoluta, mas porque
quem decide essa questão é o eleitor no momento em que deposita o seu voto na
urna.
Esta paranóia, não é à partida estarem a admitir a
derrota? Mas se é, o que anda esta gente a fazer na política, ou nos media?
Este tipo de atitudes, a par de outras, faz com que os eleitores se desmotivem e muitos acabem por não exercer o seu direito/dever democrático de votar.
Este tipo de atitudes, a par de outras, faz com que os eleitores se desmotivem e muitos acabem por não exercer o seu direito/dever democrático de votar.
Já agora que falamos em eleições, permitam que façamos um
apelo: votem, votemos todos para que uns poucos não decidam por todos nós. É
com o voto que o povo tem o verdadeiro poder nas mãos e podemos realmente
dizer: «Quero este e não aquele».
Pois, nós, o povo, é que somos soberanos, e isto, só a
Democracia o permite. Vote em quem quiser, mas vote. Vote sempre.
E quanto à maioria absoluta, sim ou não? A decisão
final é sua, ponto final parágrafo.
PS: Este post já havia sido publicado, mas apaguei-o sem querer, assim, e porque continua atualíssimo, volto a colocá-lo.
PS: Este post já havia sido publicado, mas apaguei-o sem querer, assim, e porque continua atualíssimo, volto a colocá-lo.
sábado, 24 de agosto de 2019
PCP - BEM PREGA FREI TOMÁS...
PCP DESPEDE TRABALHADOR!
Não acredito, ponto parágrafo.
Li - já atrasado, é verdade -, no passado dia 05/06/2019, no SAPO 24 - segundo a
Lusa e o ECO, “O PCP foi esta quarta-feira condenado pelo Tribunal de
Trabalho de Lisboa a reintegrar o funcionário Miguel Casanova, disse À
Lusa fonte ligada ao processo judicial. Segundo a mesma fonte, na sentença
considera-se “ilícito o despedimento do trabalhador”, por “não ter havido
motivo para o despedimento do posto de trabalho” e “condena-se o réu a
reintegrá-lo nas mesmas funções que exercia” antes do conflito laboral.”
Esta medida reporta-se ao acontecido em maio de 2018, mas,
só agora, o Tribunal terá proferido a decisão.
Eu li, mas não acreditei que isto tivesse
acontecido, voltei ao princípio e reli o texto, e lá estava com todas as
letras. Este PCP/Partido Comunista Português, o campeão na defesa dos direitos
dos trabalhadores, o Partido da Classe Operária despediu um trabalhador! Mas,
a ser verdade, como é possível que nenhum sindicato, partido político
ou os grandes comentadores das televisões não tivessem erguido a sua voz, como
o fizeram com tanta veemência, olhem, por exemplo, no caso daquela funcionária
da corticeira, Cristina Tavares. Ainda se lembram do ruído que os
sindicatos, bloquistas e, claro, o PCP fizeram? Mas desta vez e em relação a
este trabalhador - Miguel Casanova -, nada nem pio! Será que este
trabalhador não é trabalhador? Não terá ele os mesmos direitos que os outros
trabalhadores? Ou há trabalhadores de primeira e de segunda? Não sei, e como
não sei, gostaria que alguém explicasse este silêncio.
Mas, nem de propósito, como o diabo tem duas mantas, uma que
tapa e a outra que destapa, o mesmo Sapo trazia numa coluna ao
lado a informação de que “A Corticeira Fernando Couto desistiu de impugnar a
multa de 6.120 euros aplicada pela Autoridade para as Condições de Trabalho
(ACT) relativamente à violação de regras de segurança e saúde no trabalho,
informou hoje fonte judicial.” E mais à frente diz que “O Tribunal de trabalho
da Feira julgou na segunda-feira totalmente improcedente a impugnação judicial
da contraordenação instaurada à empresa pela ACT por assédio moral a
Cristina Tavares, mantendo a coima de 31.110 euros.” (…). Trago este caso à
colação porque enquanto os Sindicatos e o PCP andavam na rua a apoiar esta
trabalhadora e bem, em casa, olha, despediram o Casanova, que ironia, não
é? Mas pior, o Casanova terá afirmado que o PCP tomou esta atitude
por ele discordar “da atual solução política que viabilizou” a “geringonça”!
Pois é, mais uma calinada na moral, na ética e nos princípios.
Este silêncio, ensurdecedor, não fará corar de vergonha os
sindicatos, partidos e comentadores? Ou eles têm medo de alguma coisa?
No que respeita ao PCP, não há nada que admirar, ele é
apenas igual a todos os partidos comunistas do mundo, quando estão numa posição
dominante, eles, mandam e bico calado.
É bom que vamos estando atentos e não nos iludamos com os
amanhãs que cantam.
PS: é claro que os órgãos de comunicação social noticiaram o
caso, mas não é deles que falo, entenda-se.
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
SINAIS DOS TEMPOS... SERÁ?
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| Imagem retirada da Internet |
Há certos períodos do tempo em que as coisas parecem estar ao contrário, sim, de cabeça para baixo e de pernas para o ar: a verdade é mentira e a mentira verdade; o bem é o mal e o mal o bem; quem atira a primeira pedra é vitima e quem se defende é agressor; o justo vira injusto e este o seu contrário, enfim, e por aí fora.
Vem isto a propósito de alguns desconchavos que estão a ocorrer, nestes dias ensolarados e quentes, no nosso cantinho lusitano.
O líder do PSD, Rui Rio, antes e depois de ter sido eleito, tem sido sistemática e violentamente atacado, não pelos outros partidos, o que seria normal, mas pelos seus próprios pares. Estes têm-se comportado como verdadeiros vilões a tentar fazerem-lhe a 'folha'. Mas, agora que o Líder do partido - PSD - literalmente 'partido' diga-se, tem a oportunidade de escolher a equipa que, com ele, irão fazer oposição ao futuro governo - se não forem eles a formar governo -, o batalhão do bota-abaixo passa através dos media e, até, com a ajuda destes, para a opinião pública que é o líder o vilão. O que é que está mal nesta equação? Não será, pois, justo que a pessoa que tem estado debaixo de um combate político sem tréguas - oposição cerrada -, facas-longas, traições e não sei que mais, não tenha o direito de limpar esta gente e colocar no seu lugar outros que com ele colaborem lealmente? Ou somos nós que estamos a ver o filme ao contrário? Ou fará isto parte dos tempos? (“Traição e rebelião - haverá divisões e lutas até dentro de famílias” Mateus, 24 - estão lembrados?).
Em época de incêndios, aconselha o bom senso que se fale pouco e atue mais. Mas, não será justo que uma pessoa, mesmo sendo o Ministro I, tendo sido atacado, para não dizer difamado, venha a colação dizer o óbvio - que no que respeita à Proteção Civil, a primeira linha de defesa pertence, conforme a Lei, às Autarquias - limpeza de caminhos, abertura de aceiros, força de combate a incêndios, ativação da Proteção Civil Local, se for caso disso, e só depois da avaliação da gravidade e da impossibilidade de fazer face à ocorrência o Líder desta força, o autarca, solicita a intervenção da autoridade superior, regional ou distrital e, esta, por sua vez, se entender que não pode, por si, fazer face ao problema, solicita apoio nacional. Bom, é que há uma hierarquia e quem está na base são os autarcas, é assim a Lei. Por tudo isto nos parece - embora o governante deva ter continência verbal - ser, no entanto, compreensível que venha a terreiro - usando os mesmos meios do seu atacante - repor a verdade dos factos.
Também não entendemos a razão pela qual os jornaleiros (alguns, muitos, demais) e comentadores de pantalha, andem numa azáfama a tentar convencer-nos que o direito não é o ‘direito’, mas sim o avesso.
Só a opção ideológica justifica este frenesim mediático, feito por profissionais da ‘política’ que, ao invés de serem mediadores da palavra, fazedores da opinião pública, com isenção e rigor, JORNALISTAS, andem neste devaneio.
O descrédito que hoje o povo tem pelos políticos, será o mesmo, muito em breve, que terão pelos falsos anunciadores, aliás, já hoje se verifica este fenómeno, pois que os media estão em falência ou em vias disso. E a principal razão para o facto é o descrédito. Cada vez mais, as pessoas não compram jornais.
E no que aos fogos diz respeito, há ainda outro facto que nos admira bastante: não seria melhor atacar e prender os incendiários, ao invés de se andar a atacar os governantes, os autarcas e, o que é pior, os homens: bombeiros, militares da GNR e do Exército que tão abnegadamente dão tudo, às vezes até as suas vidas para nos defenderem e defenderem os nossos bens, das catástrofes que nos flagelam?
Atenção, nós povo, não nos deixemos enganar pelos falsos arautos. Sejamos resilientes e meditemos antes de agir. Mas não fiquemos indiferentes, ajamos sempre com discernimento.
quarta-feira, 17 de julho de 2019
A RECORDAR O PESSOAL DA CART 6553/73
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| Da esquerda para a direita: Mário Pinto, Pedro, Manarte e Sousa. |
Há coisas que só a juventude consegue fazer: transformar momentos adversos em momentos de alegria, esta é uma delas, como se vê por este rosto sorridente de quem faz 22 anos! Julgamos não nos enganarmos, se dissermos que, aqui, se comemorava o aniversário do Pedro. Que se ergam as taças em brinde - sim, agora somos mais finos, taças e não canecos!!! -, por muitos anos cheios de saúde.
Repomos este post para homenagearmos o nosso camarada Mário Pinto, força amigo, um abraço especial e rápidas melhoras.
PS: se alguém reconhecer o camarada que está de perfil à direita do Mario Pinto, que entre em contacto para incluirmos o seu nome.
Repomos este post para homenagearmos o nosso camarada Mário Pinto, força amigo, um abraço especial e rápidas melhoras.
PS: se alguém reconhecer o camarada que está de perfil à direita do Mario Pinto, que entre em contacto para incluirmos o seu nome.
sábado, 13 de julho de 2019
CGD, JUMENTAL?
Ele há deliberações que de tão jumentis que são, nos colocam numa situação de letargia mental, incapazes de reagirmos de imediato; estupefactos pelo absurdo de certos anúncios, prenunciados, por gente iluminada lá do alto da cátedra que lhes foi outorgada em nosso nome, para que, também em seu nome e ao seu serviço - do povo -, façam a governança da coisa pública.
É espantoso como pessoas que depois de terem dado bastas provas de competência na gestão de serviços da coletividade, às tantas se deixem, não sabemos, mas... toldar por ideias absolutistas, talvez inebriadas pelos elogios se convencem de que tudo podem fazer, porque o nosso dever - o do povo - é cumprir com o postulado e é se queremos, porque antes deles foi o desnorte e depois deles será a desgraça. Será assim?
Ora, nas sociedades e, por maioria de razões nas democracias, nada é assim tão imperativo, há sempre uma outra maneira de se resolverem as questões, fazendo com que o sistema expurgue o que é desajustado e reponha a razoabilidade das coisas; e, é também para isto que servem os assessores, conselheiros, advogados de que estes senhores se fazem rodear e que custam fortunas ao contribuinte, então, já que assim é, façam-os trabalhar e, já agora, ouçam-os.
Ouvirmos o anúncio de que a CGD - Banco Público - deixaria de pagar juros, abaixo de um euro, que nos são devidos porque são resultantes do nosso dinheiro, dinheiro que nós pomos neste banco, que é nosso, para exatamente ganharmos juros e, entre outras coisas, o protegermos dos ladrões. É ou não verdade?
Agora, se ouvirmos dizer que o ladrão roubou o banco, enfim, é mau, é triste, porém como já estamos tão habituados, quase não nos choca; mas que o banco que nós ajudámos a criar, onde depositamos o nosso dinheiro, nos rouba, ah! Cidadãos, ficámos chocados, envergonhados, de tão mal que nos sentimos pelo vexame do roubo. Sim, roubo, porque é disso que se trata, alguém que tira algo de outro, está a roubar, ou isto tem outro nome?
O clamor surdo foi de tal ordem que, felizmente, o bom senso acabou por se impor e a razoabilidade voltou ao sistema serenando-nos.
Que os doutos senhores aprendam que não vale tudo e que não tem que ser tudo a qualquer custo. Disse uma vez o Presidente Sampaio que " há mais vida para além do défice" é de dinheiro que estamos a falar, como então.
É sempre bom que quando somos acometidos por uma má ideia, tenhamos a grandeza da humildade e voltemos atrás, pois assim saímos todos a ganhar.
Tudo está bem, quando acaba bem.
Imagem retirada da Internet
domingo, 30 de junho de 2019
CONVÍVIO - SEVER DO VOUGA, 2019
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| Cascata em Sever do Vouga, retirada da Internet |
AS FOTOS DO ACONTECIMENTO
Da esquerda para a direita a família do Alexandrino: O filho Vítor, o neto Francisco, a nora Ana Rita, a filha Patrícia e a esposa Silvina; Glória e o seu marido Marinho; e por último o Alexandrino o nosso anfitrião.
Da esquerda para a direita a família do A. Monteiro com o filho Lucian e esposa Graciosa , Augusto Romeiro e esposa Lucília (cunhado e irmã respetivamente); por último o Santos e a sua esposa Maria Alice.
Da esquerda para a direita os casais: Olímpia e Toninho; Delfim e a esposa Zulmira; e por último o Jorge Silva.
Da esquerda para a direita: Neves; Matos Silva; Gomes e Capitão (de pé atrás); Luís Miguel, filho do Manarte- à sua direita e por último o Daniel.
Da esquerda para a direita as famílias: Alves e a esposa Fernanda, a filha Sofia e o neto Zé; Miguel, filho do Mário Pinto e da Lúcia; e por último o Manuel Magalhães (o do Porto).
Aqui fica para a posteridade, a família do Mário Pinto, anfitriões no próximo ano, que nos irão receber em FELGUEIRAS, NO DIA 27 DE JUNHO DE 2020 (ÚLTIMO SÁBADO DO MÊS DE JUNHO). Oportunamente dar-se-ão mais notícias. APONTEM JÁ NA AGENDA.
Assinalamos com um grande abraço de satisfação e alegria, a presença, pela primeira vez, das famílias do A. Monteiro e do Mário Pinto.
Aos que por motivos vários não podarem estar presentes um abraço especial e lá vos esperamos, a todos, no próximo ano.
PS: O José Ribeiro não pode estar presente por motivos profissionais, em França, mas mandou-nos uma foto de quando tínhamos "vintes" para o reconhecermos e um abraço. promete estar no próximo ano.
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| JOSÉ RIBEIRO |
De nós, para ti, companheiro, um abraço com muita saudade.
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