terça-feira, 19 de março de 2019

SOS POR MOÇAMBIQUE

MOÇAMBIQUE
A uma catástrofe responde-se com medidas institucionais e com a solidariedade entre as pessoas. Temos em relação aos moçambicanos laços culturais e de amizade de há longos anos, cinco séculos.
E, como sabemos, são nas horas amargas que se conhecem os amigos. Sejamos, mais uma vez, generosos e ajudemos os nossos irmãos em sofrimento, por exemplo, através da plataforma da Cruz Vermelha Portuguesa, acessível a partir do MULTIBANCO.
PS: Imagem retirada da Internet

domingo, 24 de fevereiro de 2019

IMAGENS, DE HOJE, A RECORDAR A CART 6553/73


Aí está o homem! O nosso Magalhães (o do Porto - é o que esta de t-shirt branca), todo perfilado, na hora em que lhe fora imposta a medalha.










Com direito a guarda de honra e tudo, como manda o RDM! Parabéns, camarada.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

MEDALHA DE CAMPANHA







Anverso e reverso da

Medalha Comemorativa das Campanhas nos termos do artº 46 do Dec. Lei 316/2002 de 27 de Dezembro. 

Todos os MILITARES que estiveram em campanha têm direito a esta medalha.


A pedido do Manuel Magalhães (o do Porto), que a recebeu numa cerimónia realizada na Invicta, há já algum tempo, aqui fica a medalha e o respectivo impresso para que quem estiver interessado possa proceder em conformidade.



________


EXMO SENHOR GENERAL CHEFE DO ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (nome)__________________________________________________________, (estado civil) _____________, filho de ___________________________________ e de ________________________________________________, residente em (morada actual)__________________________________________________________ (código Postal)_________-______ (localidade)______________, nascido a (data) ______________, na freguesia de ________________, concelho de _____________________, portador do Bilhete de Identidade nº _______________, de (data de emissão) ______________ do Arquivo de Identificação de ______________, tendo cumprido serviço militar de (data de incorporação) ___________________, até (data de disponibilidade) _________________, tendo sido agraciado com a Medalha Comemorativa das Campanhas. Consequentemente vem requerer a V. EXª que lhe seja feita entrega física da Medalha Comemorativa das Campanhas nos termos do artº 46 do Dec. Lei 316/2002 de 27 de Dezembro. Pede deferimento (localidade), __________________, _____ de _____________ de _______ ____________________________________________________ 

(assinatura)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

BOM SENSO OU FALTA DELE...

Nestes tempos em que os Enfermeiros querem tudo e mais um par de botas, é inevitável não pensarmos neles e em algumas coisas que no passado, por eles foi feito, e que hoje estamos a verificar que talvez tenha sido um erro.

Ouvem-se alguns dirigentes sindicais clamarem que os enfermeiros têm o Mestrado e que auferem menos do que outras pessoas com a mesma qualificação. Pois bem, hoje (pelo que se disse no parágrafo anterior), a habilitação exigida para o desempenho da função de enfermeira/o é a Licenciatura em Enfermagem. Mas tempos houve em que apenas se requeria que soubessem ler e escrever! E é desse tempo que vem o prestígio e respeito por esta nobre profissão. Claro está que os tempos evoluíram e, com isso, os métodos, os processos e, naturalmente, a necessidade da adaptação desta classe profissional para responderem à complexidade das novas práticas profissionais. No entanto, o enfermeiro não é um médico, e o que é exigido a estes profissionais leva a pensar que qualquer pessoa com um Curso Técnico Profissional de Enfermagem (Décimo Segundo Ano de Escolaridade) seria o bastante e suficiente para o desempenho desta prática. Porém, a falta de força do Estado e a demagogia dos políticos, lá atrás, trouxe-nos aqui, e, agora, temos os enfermeiros ou parte deles a querem igualar-se aos médicos!

Quer isto dizer que não é bom os enfermeiros serem Licenciados, Mestrados ou Doutorados? Claro que não. Até pela simples razão que onde cabe o mais, cabe o menos. Que bom seria que os nossos varredores de rua fossem Licenciados, Mestrados ou Doutorados, desempenhariam eles a sua nobre função de trabalhadores da higiene pública melhor que os atuais? Pensamos que não. Mas era muito bom e sinal de que o nosso país tinha atingido um patamar educacional extraordinário e o nível de vida de todos nós, e não só de alguns, era muito melhor. Porém, o que é, é, e não vale a pena entrarmos em devaneios irresponsáveis que só nos podem conduzir a um beco sem saída, onde, aliás, já estivemos várias vezes, só depois do 25 de Abril, já lá vão três... pensamos que já chega.

E mais, o Estado não pode ficar refém de qualquer tipo de corporação profissional, sindical ou política. E se a Lei da greve já não dá resposta - por força dos novos meios tecnológicos que hoje existem - ao equilíbrio que se exige na relação de forças entre patrão/trabalhador, pois bem, que se altere. Imagine-se o que seria a partir de agora, todas as corporações profissionais do país, desatarem a utilizar o mesmo método, seguido pelos enfermeiros - crowdfunding[1] - e, com este esquema, fazerem greves sem fim à vista, ilimitadas. Já pensámos nisto, verdadeiramente, e com a atenção que o caso exige?

É bom que os políticos e sindicalistas sejam responsáveis nesta matéria e não demagógicos se não querem que o povo, amanhã, farto desta bagunça, onde milhares de doentes a necessitarem de ser operados e, por egoísmo de alguns, o não conseguem com graves prejuízos, inclusivamente o de continuarem vivos, venha a revoltar-se e a manifestar-se contra a Lei da greve e a pedir o fim deste direito absolutamente imprescindível num estado democrático e de direito.

Como na vida não há verdade absoluta, que haja bom senso e respeito pelas pessoas.





[1]Financiamento colaborativo de uma entidade, de um projeto ou de uma iniciativa, por meio da angariação de contribuições monetárias provenientes de vários investidores individuais, realizada tipicamente pela internet e redes sociais” - In Dicionários infopédia, Porto Editora.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

RECORDAR CART 6553/73


O 'dono' desta viatura todo-terreno é, como se pode ver, o SÁ! O crachá da equipa, é de todos nós conhecido e os figurantes desta cena são, da esquerda para a direita, Manel - cozinheiro, Manarte - mecânico, ao volante o Silva - mecânico, nas costas do Silva, por estar de lado, não consigo identificar - se alguém o reconhecer mande-me um e-mail -, o Lima de guitarra em punho dava musica ao pessoal. O cachorro, pela pinta, parece gostar do ambiente.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

DURA LEX, SED LEX



 
Será que os senhores Magistrados se esqueceram  do que isto quer dizer?

É que a avaliar pelas últimas tomadas de posição desta corporação da Justiça - anunciam-se greves e demissão -, instalou-se a dúvida! Ou será que a onda avassaladora de greves que varre o País nos últimos tempos é mesmo viral e todos vamos ter que padecer de tal maleita?

Há anos que ouvimos as Magistraturas propalarem aos sete ventos, em alto e bom som que não querem que outros, nomeadamente os políticos, intervenham na suas Magistraturas. E bem. Até aqui estamos todos de acordo. A independência dos vários Órgãos de Soberania é um ditame da nossa Constituição que nos vincula a todos enquanto sociedade democrática.

Mas parece que o bichinho da arrogância bolorenta, a fazer lembrar outros tempos, se entranhou no ego destes senhores e, vai daí, subiram ao púlpito do seu poder e mergulharam sem escrúpulos, senso e ética no poder de outro Órgão de Soberania - o Legislativo - a quem incumbe, segundo a mesma Constituição da República, fazer a Lei que a todos vincula. Mesmo àqueles a quem compete fazer cumprir a Lei -, também, aos senhores Magistrados.


Assim é, mesmo, meus senhores, A LEI É DURA, MAS É A LEI.

Imagem da Internet

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

GOSTO DA QUADRA DO NATAL

O tempo do advento traz consigo magia: as pessoas mudam, o clima torna-se mais leve, o ar cheira diferente, cheira bem e uma sensação de renovação enche-nos de esperança, de alegria e predispõem-nos a sermos solidários, a partilharmos, a termos uma palavra de afeto para com o próximo, a sorrirmos mais. O ar está impregnado de amor.



Para os cristãos é o prenuncio da chegada do Senhor - o menino Jesus. Os demais, crentes ou não, deixam-se envolver por este ambiente e, todos celebramos a Festa da Família. Celebremos, pois, com alegria e em paz.

A todos um bom Natal e que o próximo ano nos traga, a cada um de nós, aquilo que mais desejarmos.

Uma saudação especial, dos velhinhos da CART 6553/73, a todos os militares em serviço - missão de paz - no estrangeiro. Onde quer que estejam, nós estamos convosco.
Foto da Internet


segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

GREVES IDEOLÓGICAS...



Antes do que vou escrever, devo esclarecer que fui trabalhador por conta de outrem - Funcionário Público - sempre sindicalizado e com as cotas em dia até me aposentar, porém, nunca me deixei manipular.

De repente, todos fazem GREVE, GREVES E MAIS GREVES!

Porquê agora? Porque não há dois, três anos?

Na maior parte delas porque os comunistas não brincam em serviço. Eles não deixam a ideologia ir de férias. Não. Não puderam acabar com a coligação quando queriam - antes da aprovação do último Orçamento desta legislatura, para poderem entrar em campanha eleitoral sem governo e a culparem disso António Costa/Centeno. Mas, porque os eleitores não os deixaram fazer isso - as sondagens demonstraram-no -, culpá-los-iam por essa irresponsabilidade e, como eles não são tolinhos, fizeram a leitura correta da situação e pensaram noutra solução.

E porque nunca se distraem, os seus ‘generais’ sindicalistas atacam em todas as frentes e, aí está o resultado: greves e mais greves, greves por todos os lados e em todas a frentes. Contestação Social generalizada, induzida pelos sindicatos em todos os setores da Função Pública/Estado: Juízes/Magistrados/Oficiais de Justiça, Saúde, Professores, Transportes públicos, Polícias e, tudo isto, depois de terem visto os seus rendimentos repostos (aumentados), - pós TROIKA - há bem pouco tempo! Por isso não faz sentido esta orgia protestativa! Só a persuasão ideológica, utilizada pelos sindicalistas Marxistas, sobre as classes trabalhadoras, leva a uma situação destas. Greves do tipo ‘canibais - eucaliptos’ que engolem e secam tudo à sua volta. Veja-se o caso dos Estivadores do Porto de Setúbal[1] e o que está a acontecer à Auto Europa e empresas que existem por causa da desta; quanto ao Enfermeiros é um caso à parte (greves pagas por terceiros! O que é isto?).

Mas que os comunistas e o BE o façam, é normal, está de acordo com a sua essência. Agora, o que é verdadeiramente espantoso e surpreendente é vermos os partidos de direita, ou ditos de direita, entrarem, irresponsavelmente, nesta onda Marxista, aplaudirem e, até, incentivarem os grevistas a irem mais longe, com o objetivo último de poderem vir a governar, esquecendo-se, contudo que, mais cedo ou mais tarde, vão ter de enfrentar estes problemas, com a agravante de, nessa altura, serem mais graves e, de terem, eles, irresponsavelmente ajudado os comunistas a subirem mais um degrau na sua luta proletária para a obtenção do poder e, com isso, a depauperarem a economia do país e, por último, a fazerem com que toda esta onda reivindicativa se volte contra as pessoas contestatárias, mais ou menos (in)conscientes e, algumas, (ir)responsáveis.

Apesar de tudo, porém, sendo as greves justas, pelo direito legítimo que os trabalhadores têm de aspirarem a mais e terem melhores condições de vida, elas nem sempre podem ser atendidas, face à necessidade de quem, de direito e legitimamente, também, tem a obrigação de governar o dinheiro de todos nós sem demagogias e populismos, evitando que caiamos outra vez na banca rota. Caramba, já lá vão três! Não podemos ter uma memória tão curta que já nos tenhamos esquecido da dor e sacrifícios por que passámos.

E, porque estamos na quadra natalícia, votos para que, por causa de alguns, poucos, gananciosos, nada de tremendamente irremediável aconteça.

A TODOS UM BOM NATAL




[1] Enquanto escrevia este post soube, felizmente, que voltaram ao trabalho! Por fim, o bom senso das partes.

sábado, 8 de dezembro de 2018

TRÁS-OS-MONTES, A MINHA OUTRA PAIXÃO

A fonte da aldeia onde o povo se abastecia de água
Quantos montes recheados de fragas, rios e ribeiros temos que ultrapassar para cá chegar... Quem lhe pôs o nome − Trás-os-Montes − sabia o que estava a fazer! Terra natal de duas (das três) mulheres que mais amo: a minha mãe que era de Vilar de Maçada, Alijó, e a minha mulher que é de Travanca, uma pequena aldeia que se funde com Macedo de Cavaleiros - zona da terra quente transmontana.

Como nasci em Lisboa, não tarda há setenta anos, na Maternidade Alfredo da Costa, e vivi a minha infância e o início da adolescência no centro do triângulo Lumiar, Ameixoeira e Charneca do Lumiar; hoje, conhecido por Vale Grande na Alta do Lumiar, lugares que conheço como as palmas das minhas mãos, ou melhor, conhecia, porque agora está tudo mudado, deixei de ter ‘terra’! Não só, porque o dizem os migrantes que arribaram à capital: «os lisboetas não têm ‘terra’», como pelo progresso, o tal desenvolvimento citadino, como está demonstrado.

Travanca − levado pela mão da minha mulher, quando nos casámos − acolheu-me e acabou por me adotar sem reservas (bem ao jeito das gentes transmontanas), por isso, agora sinto que voltei a ter a tal ‘terra’! Estou em casa. E sempre que por cá ando e ando bastas vezes ao ano, sinto-me emocional e fisicamente equilibrado, sinto-me muito bem, melhor do que lá por baixo onde vivo os outros dias.

Aqui ocupo o meu tempo num naco de terra, afastado do casario e com vistas para a Serras de Bornes e de Pinhovelo. Onde só o som do campo se faz ouvir; apressadamente poderia dizer o silêncio, mas, escutando com mais atenção, o balir de uma ovelha intercalado pelo som do chocalho que canta a cada movimento do ruminante; um melro aqui, uma coruja ali, uma poupa rabuda mais além e aquele tordo em cima, que num qualquer galho cantam ou esvoaçam de árvore em árvore, ou ainda, o restolhar de um coelho que foge, ou de uma cobra que se esgueira no rasto  do rato;  o vento que sopra, com maior ou menor intensidade, às vezes frio de deixar o queixo a bater e a fazer doer as orelhas −  porque as mãos já as vestira com luvas, não se dera o caso de as frieiras atacarem −, faz ondular os ramos, trazendo-nos à memória as ondas do mar que aqui não há. Verde por todo o lado e a Serra de Bornes além, talvez a uma légua, mais coisa menos coisa, salpicada de pequenas aldeias: Vilar do Monte e um pouco mais a norte Castelãos, Vale Bem Feito e Bornes a sul; tudo pintado em cima por um céu, hoje, azul, porque ontem estava com uma bruma branca que nos impedia de enxergar o que quer que fosse, para qualquer lugar que olhássemos. E os cheiros? Ah, os cheiros! No inverno um ar lavado; na primavera uma fragrância de terra, estevas, rosmaninho e giestas; com o verão dá-se a autonomia de todos estes cheiros que se impõem cada um por si. Um regalo para o olfato, carvalho.

Por cá, sinto-me estar no umbigo do Mundo ou, se acharem por melhor, no fim do dito, tanto se me faz; o que conta é o bem-estar que sinto, em equilíbrio e harmonia comigo e com o ambiente, só perturbado pelo ronco esporádico do helicóptero do 112 que, ali ao lado, tem a sua base, quando sobe para ir em socorro de alguém e deixa tudo descontextualizado por alguns minutos apenas.

E, assim, por aqui me divirto a cuidar de umas oitenta ou noventa oliveiras − pois já as acrescentei ao herdado −, ora a tirar-lhes os ladrões, ora a podá-las ou a esticar as redes para lhe colher os valiosos frutos negros que me dão o azeite com que rego as batatas e os grelos e com ele, amassa a minha mulher o pão que há de envolver com as carnes que, depois de cozidas nos potes de três pernas, à lareira, as desfaz, juntando-lhe uma porção de alhos e salsa picados, outra de colorau e uma pitada de picante, e que darão, ao passarem pelo fumeiro, as famosas alheiras… Ah, a gastronomia popular… natural, rica e substancial, bem-adaptada a estas gentes de trabalho, e já me cresce a água na boca ao pensar no que se come no dia do mata-porco. Junta-se a família e os amigos, logo pela manhã cedo, acende-se a fogueira, põe-se o pote com água ao lume e passa-se a manhã a matar e a amanhar o dito. Ao almoço comem-se os rojões, carne da barriga e única que se come antes das quarenta e oito horas seguintes, tempo em que o porco está pendurado de cabeça para baixo a escorrer e a secar as carnes, só depois é desmanchado. O sangue cozido e partido em quartos é temperado com azeite e alhos picados; e a tradicional sopa da matança - pão amolecido em água quente onde se misturam alhos aquecidos em azeite - uma verdadeira delícia que nos consola e enche a alma.

Entretenho-me, pois, a tratar destas árvores antiquíssimas, maravilhosas e tão generosas que, para além de tudo o que foi dito, ainda nos regalam com a lenha com que nos aquecemos nos gélidos invernos que, como se diz por estas bandas, «aqui temos nove meses de inverno e três de inferno» e, ao crepitar no lume, ainda nos regala com o delicioso cheiro do madeiro. Estas valiosíssimas árvores são de grande longevidade. Em Israel, por exemplo, no Monte da Oliveiras existem algumas da era de Jesus Cristo e em Portugal, perto de Lisboa, em Santa Iria da Azóia, há-as com 2 850 anos, é obra!

E por aqui me fico, pois que o salpicão na brasa já mistura o cheiro com o do caldo e a barriga já me ronca… A natureza é bem mais generosa connosco do que aquilo que nós merecemos, colaboremos com ela, para nosso bem. 

Título de Fátima Consciência
Foto da Internet




sábado, 1 de dezembro de 2018

A RECORDAR: PESSOAL DA CART 6553/73

QUE MAÇARICADA É ESTA?!!! Riam-se à vontade, só podem, mesmo.


Para onde vão eles? Bando de 'feijões verdes! Olhai que caras de C... Carriço e outros! Maldizentes, já estavam a pensar em asneira... Sois terríveis, carago.
Um forte abraço a todos.