domingo, 30 de julho de 2017

É DE GUERRA QUE FALAMOS!


ANTES DE LER A MENSAGEM, ATENTE BEM NESTAS IMAGENS

Foto da Internet

   
Há dias, ao abrir a caixa de correio eletrónico, fiquei chocado com esta foto que a minha amiga Maria de Fátima Consciência me mandou. Mas, quando li a mensagem, fiquei duplamente chocado: por não conhecer a imagem e por não saber que isto tinha acontecido.

"Esquecemos de pressa

Não, não são africanos tentando entrar na EuroÉ DE GUERRA QUE FALAMOSpa... 

São Europeus tentando chegar ao norte de África durante a segunda guerra mundial..."

Decidi publicá-la, aqui, para que os como eu não saibam, fiquem a saber; e para aqueles que tantas vezes abrem a boca para dizerem asneiras; e, pior ainda, para que os que tomam medidas abjetas, xenófobas, e racistas, meditem no que, a eles, e a nós, nos pode acontecer de um dia para o outro.

Nota: ao pesquisar dei com o Boatos.org e, lá, vi que a mensagem associada às fotos é falsa.
Pensei de imediato retirar o post. Mas depois de ponderar um pouco, decidi não o fazer. Na verdade, as fotos mostram-nos Albaneses desesperados a fugirem no dia 7 de agosto de 1991. Mas de facto podia tratar-se de europeus, chineses, americanos ou ingleses... Em qualquer dos  casos devemos  ficar chocados, meditar e, por isso, o post mantém-se.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

TANCOS


Foto: Internet
Fiz o Serviço Militar Obrigatório de 1972 a 1975 e, nesse tempo, a guarda dos Quartéis e consequentemente dos PAIÓIS era feita pelos militares, homens que, in loco e por via da escala de serviço, faziam a guarda – sentinelas – às zonas mais sensíveis das respetivas Unidades Militares.
Não havia, naquele tempo, as tecnologias que hoje existem e que, por existirem, devem ser postas ao serviço dos homens e das Instituições para lhes dar um upgrade a fim de os ajudar a melhorar o desempenho das funções que, a cada um, incumbem.
Da experiência que adquiri do tempo em que fui militar, não vejo como é que alguém que não seja militar possa fazer a guarda dos Quarteis, paióis, enfim, o que se queira e que, às Forças Armadas diga respeito.
Voltando a socorrer-me das aquisições que fiz na altura em que servi a pátria na guerra colonial, sei que a escala de serviço era feita na Secretaria das Unidades Militares, pelos Amanuenses, chefiados, a maior parte das vezes, por Sargentos; este documento só entrava em vigor depois de sair na Ordem de Serviço e que era assinado pelos Comandantes das respetivas Unidades Militares. Isto é tão básico que, como ilustração, atrevo-me a contar-vos que quando dormia (no Quartel) o fazia sempre com a arma (que me fora distribuída) à cabeceira da cama e quando saía em operações, quando dormia, estava abraçado a ela e, mais, quando tinha que satisfazer as necessidades fisiológicas a pousava nos joelhos, mas sempre agarrado a ela e com o dedo na guarda do gatilho (falo da velhinha G3, claro está).
Ora, de acordo com o que atrás ficou exposto, a haver responsabilidades por eventuais falhas de segurança, elas são inevitavelmente assacadas aos Senhores Comandantes e eventualmente ao Oficial e Sargento da Guarda ou ao soldado do posto de vigia, se este não estiver lá ou estiver a dormir.
Assim, não vejo como é que o Sr. Chefe do Estado-maior do Exército ou o Sr. Ministro tenham que ser os responsáveis de uma falha, grave, desta natureza, que denota incúria e laxismo.
Só a politica baixa, fraca e sem nada que dizer, pode alvitrar a demissão destas pessoas.
São os Militares, e só eles, que têm de assegurar a guarda do material que o país lhes entrega, pois são eles a quem os portugueses incumbem a orgulhosa missão de assegurarem a defesa, em última instância, da Nação. Tenham mais brio, trabalhem e não se escudem com a falta de dinheiro; isso é uma afronta às muitas famílias, com filhos, que têm de viver com 500€ por mês.
 Tiro o meu chapéu ao Senhor General, Chefe do Estado-maior do Exército, que, sem tibiezas, com frontalidade e fazendo jus à ética Militar, soube, contra muitos, assumir a responsabilidade da falha gravíssima em que caíram aqueles Militares.

Outra coisa, senhor ministro, é a perceção. A perceção de que alguma coisa vai mal nas fileiras das Forças Armadas!
Quando as Forças Armadas andam na Comunicação Social, não é bom: elas devem ser eficientes, eficazes e discretas. Mas quando se fala das Forças Armadas pelas piores razões é muito mau. E de há uns tempos a esta parte, são já sucessivos os casos maus, muito maus e péssimos que trazem à baila as Forças Armadas: é o caso da alegada homofobia nos Pupilos do Exército, o caso da terrível morte dos Instruendos dos Comandos, o caso da alegada corrupção na Força Aérea e por último o caso de Tancos.
São muitos casos. Sintoma de que algo vai mal nas Forças Armadas e, aqui, sim, Senhor Ministro e senhores políticos, devem pôr-se em alerta, fazerem uma análise profunda e aprofundada, sem estridência e sem histerismos desnecessários e tomarem as medidas que se impõem porque o caso antevê-se gravíssimo. E sem querer ser profeta, Senhor Primeiro-Ministro e Senhor Presidente da República, Excelências, com o mais elevado respeito, se nada for feito, um dia destes a República vem abaixo e com estrondo.
PS: Também não entendo, por incapacidade minha, certamente, que, no caso de Tancos, haja uma autoridade (MP) que, alegadamente, tenha sido alertada para esta situação e não tenha alertado quem de direito para este facto!
Será que esta autoridade assumiu, ela, a guarda do local? Tendo para o efeito colocado homens especializados no terreno para apanhar os ladrões, fossem eles quais fossem e por isso manteve o segredo (o tal segredo de justiça que alegadamente tantas vezes é publicitado…)? Se assim foi, outro buraco se abre a merecer a atenção do Legislador, ou não será assim?



terça-feira, 11 de julho de 2017

EM AVEIRO FOI ASSIM/2017

Atrasado, mas é com muito prazer que aqui estou a dar conta de mais um dia bem passado na companhia dos camaradas e famílias presentes em mais este convívio. É de realçar que todos os anos aparecem mais senhoras, o que é muito bom, sinal de que são bem recebidas, muito obrigado pela gentileza.
É sempre com emoção e muita alegria que nos revemos. A partilha de recordações e o bate papo de tantas coisas que nos aconteceram durante um ano é muito reconfortante.
AVEIRO sempre bela
Agradecer à Comissão Organizadora: Matos, Alexandrino e Neves, pela forma amistosa e diligente como nos receberam, muito obrigado.
Como sempre acontece, ficou já marcado o dia do próximo encontro - 30 de JUNHO de 2018 - o Manarte, será o nosso anfitrião e receber-nos-á em Vila Nova de Foz Côa, linda terra do Alto Douro Vinhateiro e Região classificada pela UNESCO como Património da Humanidade.
Oportunamente serão dadas mais informações.

VELHOTES, MAS MUITO FRESQUINHOS AINDA  

PRATO VAZIO NÃO ENCHE BARRIGA

AGUETEM QUE O RANCHO JÁ AÍ VEM

VAIDOSOS

DISCURSO DE BARRIGA VAZIA, NÃO.

QUEM ESPERA SEMPRE  ALCANÇA