QUM SE RECORDA DESTE CHURRASCO, COMANDADO PELO 1º CABO ALMEIDA, DO 3º PELOTÃO? AQUI EM TROCO NU, PEQUENOTE MAS TESO, O RAPAZ!
QUM SE RECORDA DESTE CHURRASCO, COMANDADO PELO 1º CABO ALMEIDA, DO 3º PELOTÃO? AQUI EM TROCO NU, PEQUENOTE MAS TESO, O RAPAZ!
A primavera é o período fértil da natureza. Singela, abre-se de cor à luz, para dar ao Mundo os frutos que nos alimentam.
A DEMOCRACIA A FUNCIONAR
Tomou posse, como Presidente de todos nós, o português que a maioria elegeu para nos representar.
Que seja um mandato profícuo a bem de todos os cidadãos.
VIVA A REPÚBLICA
![]() |
| Com pena do instrumento que é belo |
Sua Excelência o Sr. Ex, de quando em vez, faz prova de vida, ao seu melhor estilo… O rancor e o azedume são quase a sua marca d’água, próprios de um sentimento de mau perder(?), a todos os títulos abomináveis. Imperdoáveis, não fosse alguma demência provocada pelo avançar da idade que a todos nos afeta de alguma maneira. Mas que é difícil digerir tanta bílis, lá isso é.
![]() |
| Até à eternidade Capitão |
O COMANDANTE DA CART.
Manuel Freitas Gonçalves, o nosso CAPITÃO.
Homem simples, nunca o ouvi gritar para se fazer ouvir. Chegou à nossa Companhia já nós tínhamos algum tempo de Angola, assumiu o Comando e levou a carta a Garcia, trouxe-nos - a todos - até ao aeroporto de Lisboa, Figo Maduro. (lembro que o nosso camarada José Hermínio já tinha falecido quando o capitão lá chegou).
UMA PALA, CAPITÃO
Somos
portugueses e daqueles que sentem muito orgulho em o ser. Talvez por isso nos
sintamos mal ao ouvirmos tanta maledicência que graça neste nosso país.
Vivemos,
felizmente, em democracia e é, pois, natural que tenhamos opiniões
diferentes e as manifestemos sem constrangimentos nem censura.
Já nos parece, todavia, estranho que a generalidade dos nossos media erga autênticas barragens de mal dizer a puxarem para baixo, a denegrirem o que fazemos (às vezes até mentindo), deixando transparecer um certo asco em sermos portugueses. Estamos a ser exagerados, talvez, mas não vamos mais longe, atentemos, olhem o último acontecimento que se vive atualmente, a VACINAÇÃO: “está a correr mal, somos dos países mais atrasados na administração das vacinas, há corrupção por todo o lado, os líderes responsáveis pela vacinação devem ser demitidos, ah, e a ministra, mas mais importante ainda, não se esqueçam desse tal Costa que está a fazer tudo mal” …
A continuarmos assim, um destes dias, não há quem queira
ocupar nenhum destes cargos, haja paciência gente.
Porque carga
d’água se tem que ver o copo sempre vazio? Ao menos meio cheio, não? Dá-nos a
impressão que a comunicação social quer ser ela a indicar os governantes, ou
melhor, substituírem os futuros governos!
Sem prejuízo
da livre crítica, não seria mais vantajoso puxar o país para cima, induzindo na
sociedade autoestima, aumentando nas pessoas o que de melhor tem o ser humano,
levando-nos a fazer mais e melhor, a suplantarmo-nos?
A nosso ver
há tanto que temos feito, mesmo no contexto desta pandemia, bem e até muito
bem. Não é necessário falar no trabalho hercúleo dos profissionais de saúde,
bombeiros e autoridades de segurança, porque quem não quiser ver isto, é porque
tem um gravíssimo problema de saúde; continuando a falar das vacinas: até este
momento, foram inoculadas todas as vacinas que chegaram ao país, todas, é um
facto (apesar das bocas e dos penetras), isto é um feito admirável; o trabalho
social voluntário feito pelas associações e até o anónimo que não pode ser
relegado, no apoio às pessoas mais fragilizadas; o esforço que o país tem feito
no sentido de equipar as instituições hospitalares e de apoio, com pessoal e
equipamento para as múltiplas funções necessárias para o socorro dos milhares
de pessoas que acorrem diariamente aos hospitais; o apoio aos vários setores da
sociedade; e, não devemos, não podemos esquecer a primeira vaga, o tal
“milagre” português, que os estrangeiros viram e nós sentimos; quanto à
terceira vaga, ela ainda não acabou mas, a seu tempo, a história dirá o que
aconteceu.
Bom,
podíamos ter feito mais e melhor, poderíamos? Talvez? É sempre possível fazer
mais, mas atenção: os recursos humanos e materiais são sempre finitos, também.
Terminamos
como começámos: temos muito orgulho em sermos portugueses e não temos medo das
comparações, até porque elas servem para nos orgulharmos ainda mais e
enriquecer-nos enquanto pessoas e nação.
O plano da América trumpista vai ao encontro de tudo o que Putin deseja. É estranho — é até bizarro — que o invasor de um país soberano seja...