segunda-feira, 24 de março de 2025
sábado, 22 de março de 2025
OS LUSITANOS SÃO CONVOCADOS A VOTAR
Por estes dias, multiplicam-se as vozes dos iluminados que proclamam, com ar solene, que o povo não quer voltar às urnas. Sondagens, comentários e proclamações repetem a ideia de que os portugueses estão cansados de votar.
Mas será mesmo assim?
Sabemos que o voto é a expressão maior do poder soberano, e que este pertence, inquestionavelmente, ao povo.
Se partirmos deste pressuposto, o que há de tão cansativo em deslocarmo-nos até às urnas, que se encontram disseminadas por toda a parte, para exercer esse direito fundamental? Mais do que um dever cívico, votar é um privilégio conquistado a custo e que não deve ser desperdiçado. Além disso, é perigoso deixarmos nas mãos dos outros a decisão sobre o nosso futuro.
Todo este alarido parece fazer parte de uma estratégia orquestrada por forças que, subtilmente, procuram fragilizar as democracias. Usam os meios de comunicação para difundir as agora tão populares fake news, tentando semear a desmotivação e a apatia eleitoral.
Por isso, olhos bem abertos e passo firme! No próximo dia 18 de maio de 2025, vamos todos às urnas, porque a democracia só se fortalece com a participação de todos.
segunda-feira, 3 de março de 2025
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025
ATÉ SEMPRE, CAMARADA
ETERNA SAUDADE COMPANHEIRO
QUE A TUA ALMA DESCANSE EM
PAZ
APRESENTAMOS AS NOSSAS SENTIDAS CONDOLÊNCIAS À FAMILA.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025
A EUROPA NA ENCRUZILHADA DO SEU FUTURO
A Europa democrática, livre, desenvolvida e próspera tem no seu centro um enorme elefante branco que tem evitado encarar de frente. Hoje, essa postura já não é possível. É tempo de enfrentar a realidade, agir com determinação e garantir o seu próprio destino.
Os Estados Unidos já não são o que eram e essa mudança
ocorreu democraticamente. Caminham rapidamente para uma autocracia, e o seu
líder, que regressa ao poder, já insinuou querer prolongar o seu domínio: “Não
tenho a certeza de que não possa fazer mais um mandato!”. Além disso,
manifesta, alegadamente, ambições expansionistas que vão além das suas
fronteiras.
A China autocrática cresce a um ritmo impressionante em
todas as frentes e, tal como os impérios do passado, procura expandir-se, tendo
Taiwan como um dos seus principais alvos.
A Rússia, por sua vez, mantém a sua visão imperialista,
determinada a anexar territórios vizinhos, como a Ucrânia, e quem sabe até onde
mais pretende avançar.
Diante deste novo panorama geoestratégico global, fica claro
que o passado não pode servir de referência para os desafios do presente. A
realidade mudou, e a Europa precisa de se adaptar rapidamente, redefinindo o
seu papel no mundo e os seus objetivos estratégicos.
Para garantir um futuro seguro e estável, é essencial agir
com inteligência e determinação. Alguns pontos fundamentais emergem como
prioridades inadiáveis:
- A
federação da Europa – Apenas unidos poderemos competir e dialogar de
igual para igual com as grandes potências.
- Investimento
estratégico – O Relatório do Senhor Draghi deve servir de base para
uma abordagem séria sobre a defesa, a competitividade tecnológica, a
inteligência artificial e a qualificação dos técnicos europeus.
- A
OTAN acabou – Quando o líder dos EUA declara que não ativará o art.º
5, a NATO implodiu. Já não há margem para ilusões: a segurança europeia
não pode mais depender de garantias externas voláteis.
A Europa enfrenta, portanto, um momento decisivo. Ou avança
com coragem, determinação e ambição para garantir a sua autonomia, ou
arrisca-se a ser arrastada pelas marés de um mundo em mudança. O futuro depende
das escolhas feitas hoje.
Imagem: Internet
sábado, 15 de fevereiro de 2025
JORGE NUNO PINTO DA COSTA
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Da esquerda para a direita, os furriéis: Cândido, Ribeiro e Magalhães O caminho era feito por uma picada larga – chamavam-lhe a «autoestr...
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PARA VER MAIS CARREGUE AQUI: Passados quarenta anos, este grupo de amigos, digo bem, amigos, juntaram-se, em mais um convívio, desta fe...
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Nestes dias, ouço políticos de praticamente todas as áreas partidárias — governantes, oposição, comentadores e Comunicação Social — falar co...































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